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O dia do Santos foi vivido sob a urgência de um clássico: nesta quarta, Palmeiras visita a Vila Belmiro pela 33ª rodada, com ingressos esgotados e objetivos bem distintos — o Peixe tenta encurtar o caminho até a Libertadores, enquanto o rival briga pela liderança. Depois do empate com o Bahia, o Santos ficou com 46 pontos; um estudo citado na cobertura reduziu suas chances de classificação ao torneio continental de 7,6% para 5,5%. [ ] [ ] O grande assunto, porém, foi a ausência de Neymar — agora ampliada pelo julgamento no STJD. Punido com dois jogos por cobrir a boca ao discutir com Rodrigo Nestor, além da suspensão automática pelo terceiro amarelo, o camisa 10 ficará fora de três partidas. Para o clássico, Cuca confirmou Christian Oliva no meio, com Gabriel Bontempo mais adiantado: menos brilho individual disponível, mais responsabilidade repartida. [ ] [ ] Nas opiniões, a falta do craque apareceu com dois lados: houve quem enxergasse espaço para um Santos mais leve taticamente, enquanto outros lembraram que o camisa 10 também faz falta nos jogos grandes. O retrospecto irregular do time sem ele em clássicos dá combustível à discussão — e transforma a escalação de Oliva em teste de equilíbrio, não apenas em substituição nominal. [ ] [ ] Fora das quatro linhas, a grama também entrou em campo: o Santos planeja renovar o gramado da Vila Belmiro e dois campos do CT Rei Pelé, num projeto de R$ 13,5 milhões com participação de parceiros, entre eles a NR Sports. A reforma prevê piso híbrido e reacende uma cobrança que já vinha de jogadores e comissão técnica: em Santos, até o chão virou personagem da temporada. [ ] [ ]