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Análise dos Times

Detroit Lions

Principal

Motivo: Tom analítico e crítico: secundária 'praticamente inexistente' e críticas ao coordenador defensivo, mas com tom factual

Viés da Menção (Score: -0.2)

Dallas Cowboys

Principal

Motivo: Crítica factual ao desempenho defensivo: 'falta tudo', 'péssimo desempenho', sem ataques pessoais

Viés da Menção (Score: -0.2)

New Orleans Saints

Principal

Motivo: Relato negativo de dificuldades na linha defensiva e desfalques, com tom jornalístico neutro

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Análise do colapso no segundo tempo: 'tudo desmorona', mas com explicação técnica dos problemas

Viés da Menção (Score: -0.2)

Arizona Cardinals

Principal

Motivo: Linguagem mais dura: 'derrota acachapante', 'falta basicamente tudo', 'melancólica campanha'

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

ESPN Brasil NFL Minnesota Vikings Washington Commanders Dallas Cowboys Arizona Cardinals Detroit Lions Baltimore Ravens New Orleans Saints Kelvin Sheppard Brian Branch Kerby Joseph Bryan Breese

Conteúdo Original

A NFL está passando por um momento em que os ataques têm tido grande superioridade sobre as defesas de modo geral. Desde que a liga passou a ter 32 equipes, em 2002, as médias de pontos por time aumentaram, especialmente a partir de 2010. Para se ter uma ideia, no sistema com 32 franquias, das dez temporadas com maiores médias da história, quatro são da década atual. O recorde é de 2020, quando cada equipe teve 24,8 pontos a cada partida, em média. A temporada atual, em 2026, está na quarta posição, com 23,2 pontos. Conteúdo oferecido por RAM e C6 Bank É bem verdade que a alta média de 2026 é, em parte, explicada pelo recorde da primeira rodada, com 791 pontos totais, a maior pontuação para uma primeira semana na história da NFL, empatada com 2012. Ainda assim, a pontuação neste ano é alta, mantendo crescente a curva da década. São muitos os fatores que explicam esse fenômeno, desde a melhor preparação dos ataques, novas estratégias contra o que as defesas têm praticado nos últimos anos, quando conseguiram algum sucesso, ajustes nas orientações da arbitragem para proteger ainda mais os quarterback e recebedores, e também a melhora nos kickers, que conseguem pontuar de cada vez mais longe. Mas nessa temporada, alguns outros motivos vêm à tona. Por isso, vamos analisasr cinco das piores defesas da NFL até então em 2026. De maneira surpreendente, o Detroit Lions é a equipe que mais cedeu jardas na temporada até agora: 2022, uma média de 404,4 por partida. Nas três primeiras partidas, sofreu mais de 30 pontos em cada, o que gerou muitas críticas ao coordenador defensivo Kelvin Sheppard. Mas no caso dos Lions, O principal problema é que a secundária do time é praticamente inexistente. O time entrou na temporada sem os safeties Brian Branch e Kerby Joseph. Depois, perderam Thomas Harper e o defensive back Avonte Maddox. Ao menos a semana 6 será de bye para Detroit, que já poderá, ao menos, contar com o retorno de Branco a partir da Semana 7, de quando partirá de uma campanha com três vitórias e duas derrotas. Os Cowboys também estão em maus lençós por enquanto na temporada. Além da derrota no Brasil para o Baltimore Ravens, sofreu outros dois revezes até então. E o que mais chama a atenção nos resultados é o péssimo desempenho defensivo. A equipe tem a sétima pior defesa da competição em pontos sofridos por jogo, com 27,2. Também são o pior em toda a liga em jardas terrestres sofridas, com 168,4 de média. Pratiamente não conseguem sacks, tampouco interceptações. Na prática, falta tudo para os Cowboys. Mais uma vez os Saints são um dos piores times da competição. Embora tenham perdido "apenas" por 23 pontos para os Vikings na última semana, têm a pior média em toda a NFL: 30,2 pontos sofridos por noite em 2026. O maior sofrimento está na linha defensiva. O defensive tackle Byran Breese rompeu o ligamento cruzado anterior ainda na pré-temporada. O calouro Christen Miller, que seria seu substituto natural, mal tem entrado em campo. Outros dois jogadores da defesa foram desfalques no último domingo por doenças. O resultado foi que a equipe sofreu 100 jardas terrestes por um corredor pelo segundo jogo seguido. O problema dos Commanders por enquanto está no fato das partidas terem 60 minutos tempo regulamentar. Na primeira metade, o time tem jogado bem e conseguido bons números. Mas após o intervalo, tudo desmorona. Eles ocupam a última posição em pontos cedidos no segundo tempo por jogo (19), e são o quarto pior em jardas cedidas após o intervalo (151,2). Nas últimas quatro partidas, tomou pelo 20 pontos no segundo tempo em cada uma delas. Uma das explicações é a falta de pressão. O time é um dos piores em sacks por dropbacks no segundo tempo, e a secundária até tem jogado melhor, mas sofre com a falta de criadores de jogadas. Os Cardinals vêm de uma derrota acachapante para o Detroit Lions por 45 x 21 na última semana. Falta basicamente tudo para Arizona. A equipe é a que mais sofreu pontos em toda a NFL, com 32,4 por jogo. O ataque também não vai bem, o que gera o segundo pior saldo, com 54 pontos negativos. Mas o grande cerne das dificuldades defensivas dos Cardinals está no combate ao passe adversário e jogo aéreo. Os quarterbacks oponentes completam 10,1% dos passes para touchdowns, a pior marca da temporada. Assim, os Cardinals cedem 8,5 jardas líquidas por descida, além de 236,8 jardas de passe por jogo, resultado na melancólica campanha de uma vitória e quatro derrotas.