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Análise dos Times

Argentina

Principal

Motivo: A matéria foca na opinião de Messi sobre a Argentina e sua possível participação, além de destacar a conquista passada e o peso de ser o atual campeão.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Brasil é mencionado como um dos favoritos por Messi, mas sem a profundidade de análise dedicada à Argentina. O viés é positivo pela indicação de força.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Mencionada como uma das seleções fortes, sem viés positivo ou negativo explícito. Apenas listada entre os concorrentes.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionada como uma das seleções fortes, sem viés positivo ou negativo explícito. Apenas listada entre os concorrentes.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionada como uma das seleções fortes, sem viés positivo ou negativo explícito. Apenas listada entre os concorrentes.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionada como uma das seleções fortes, sem viés positivo ou negativo explícito. Apenas listada entre os concorrentes.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Lionel Messi Copa do Mundo Brasil Lionel Scaloni Espanha Argentina Alemanha Inglaterra França De Paul Paredes

Conteúdo Original

Esporte Messi aponta Brasil como um dos favoritos ao título da Copa do Mundo Miami 04/12/2025 14h00 Deixe seu comentário Messi, da Argentina, e André, do Brasil, em jogo das Eliminatórias Imagem: André Fabiano/Agência Estado O astro argentino Lionel Messi colocou o Brasil entre as principais forças da Copa do Mundo de 2026. Campeão mundial com a Argentina em 2022, no Qatar, o jogador ainda não cravou que estará no torneio de Estados Unidos, México e Canadá. O astro da camisa 10 reforçou que fará "tudo o que for possível" para jogar a Copa do Mundo. O craque, porém, só estará em campo representando o selecionado de seu País se reunir condições físicas satisfatórias. "Eu espero poder estar lá. Já disse no passado que adoraria estar no torneio. No pior dos cenários, vou estar acompanhando pela TV...", disse Messi em entrevista à ESPN . O jogador a afirmou que a Argentina tem condições de ganhar novamente o Mundial. Mas alertou sobre as dificuldades e detalhes que marcam uma Copa do Mundo. Juca Kfouri Os asteriscos da carreira de Abel Ferreira Mariana Barbosa Joesley virou grande articulador do governo Lula Josias de Souza STF fortalece com erros os que o criticam por acertos Amanda Klein Fazenda vê PIB fraco como senha para corte de juros "Creio que temos um grande grupo e podemos tentar de novo. Mas sabemos que, em competições de seleções, qualquer coisa pode te complicar muito. Às vezes você acerta a trave e cai fora, ou pode ser eliminado nos pênaltis. Na última Copa, mesmo a gente tendo vencido nos pênaltis, fomos superiores contra Holanda e França. É muito difícil vencer uma Copa. Ganhar uma tirou um peso enorme dos ombros. Jogar sem essa pressão é um alívio, mas, ao mesmo tempo, não garante nada, porque agora todos vão querer ganhar do atual campeão mundial", prosseguiu. "E há muitas seleções boas, como Espanha, a França novamente, a Inglaterra, o Brasil, que não é campeão há algum tempo, e também a Alemanha", complementou, citando os principais favoritos. Messi ainda elogiou dois jogadores da equipe argentina em particular. O craque destacou a importância de Paredes e De Paul para a seleção comandada por Lionel Scaloni. "Paredes e De Paul são aqueles jogadores que você quer ter no seu time, mas que os adversários odeiam. Fora de campo, eles são totalmente diferentes, são dois caras incríveis, pessoas normais, muito humildes. Mas, em campo, eles se transformam", completou Messi. O sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2026 acontece nesta sexta-feira, 5, em Washington, nos Estados Unidos. A Argentina é uma das cabeças de chave. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Brasil é ignorado em lista de favoritos à Copa em painel técnico da Fifa Jurista: Decisão de Gilmar tem efeito político, mas é sólida juridicamente Eduardo vai para Israel e se encontra com Netanyahu e líder do parlamento Joesley, um diplomata brasileiro Gilmar minimiza reação por impeachment: 'Sou enfermeiro que já viu sangue'