🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca na análise de uma proposta que afeta diretamente o Corinthians, apresentando os fatos de forma neutra sobre o processo interno de avaliação da proposta.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Corinthians Osmar Stabile Romeu Tuma Júnior SAFiel Carlos Teixeira Maurício Chamati Eduardo Salusse compliance SAF

Conteúdo Original

Esporte Compliance do Corinthians identifica 'red flags' e levanta questionamentos sobre a SAFiel 10/11/2025 21h53 Deixe seu comentário O departamento de compliance do Corinthians analisou a Carta de Intenções Não Vinculante entregue pelos idealizadores da SAFiel ao clube e recomendou à diretoria, presidida por Osmar Stabile, que não assine a proposta antes que algumas dúvidas sejam esclarecidas. Conforme apurou a Gazeta Esportiva , o compliance identificou algumas 'red flags' (termo em inglês para sinalizar "sinais de alerta") no projeto, que prevê a transformação do Corinthians em SAF (Sociedade Anônima do Futebol). O departamento averiguou este e mais de 100 outros contratos no último mês e apontou a necessidade de esclarecimentos sobre alguns pontos. Antes de tais questionamentos serem respondidos, há sugestão de que a diretoria alvinegra não vá adiante com a proposta, apresentada ao clube em uma reunião dos fundadores da SAFiel com Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo do Timão. Thais Bilenky 'Já compraram coxinha?', provoca Janja na COP Josias de Souza Brasil apaixonou-se por equívocos na segurança Juca Kfouri Caso Bruno Henrique: o STJD está de 'parabéns' Sakamoto Negacionistas não creem em tornado no PR Carlos Teixeira, Maurício Chamati, Eduardo Salusse, três dos idealizadores da SAFiel (Foto: André da Silva Costa/Gazeta Press) De acordo com o projeto, a administração ficaria sob responsabilidade de executivos profissionais, que seriam "contratados ou demitidos com base em capacidade e cumprimento de metas". O departamento de futebol ficaria separado do clube associativo . Como funcionaria o aporte? Há três possibilidades para que os acionistas façam o aporte financeiro: uma reserva popular, na qual cada torcedor poderá comprar no máximo dez ações; um varejo amplo, voltado a corintianos com maior poder aquisitivo; e um terceiro grupo destinado a investidores profissionais. Para adquirir as ações, o interessado deverá comprovar sua associação ao Parque São Jorge ou a inscrição no programa Fiel Torcedor. Nenhum acionista poderá comprar mais de 1,8% das ações , a fim de evitar concentração de poder. Quem quiser investir também terá de comprovar a origem dos recursos. A meta é arrecadar R$ 2,5 bilhões para quitar dívidas e investir no futebol e na sede social do Corinthians. Os idealizadores afirmam basear-se em estudos e acreditam que as ações tendem a se valorizar com o passar do tempo. Continua após a publicidade Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora STF determina suspensão de inquérito contra famílias que retiraram corpos PF critica alterações feitas por Derrite no PL Antifacção: 'Retrocesso' Mulher trans morre após ser espancada por homem em BH Falência da Oi expõe vulnerabilidade do controle aéreo e lotéricas no país Leandro Lima é hospitalizado após ingerir gasolina