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Só para assinantes Assine UOL Opinião As coincidências nos jogos do Flamengo e do Palmeiras na Libertadores Juca Kfouri Colunista do UOL 29/04/2026 23h27 Deixe seu comentário Arrascaeta lesionou o ombro em La Plata Imagem: NACHO AMICONI/ESTADÃO CONTEÚDO Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Para quem tem o mau hábito de ver dois jogos ao mesmo tempo, os do Flamengo, na Argentina, e do Palmeiras, no Paraguai, tiveram, no primeiro tempo, três belas coincidências para seus torcedores: o Flamengo não sofreu com o Estudiantes e o Palmeiras também não com o Cerro Porteño; os brasileiros foram para o intervalo com 1 a 0 a seu favor, gols de Luiz Araújo e Arias, ambos exatamente ao mesmo tempo, aos 33 minutos. O Flamengo já havia criado duas grandes oportunidades para abrir o marcador, assim como o Palmeiras, que até bola no travessão mandou. Os dois jogos eram disputados lealmente e a se lamentar apenas a lesão no ombro direito de Dom Arrascaeta que o tirou do jogo diretamente para o hospital. Carrascal o substituiu, aos 22. Ricardo Kotscho Lula sofre pior derrota de sua vida política Sakamoto Congresso reforça que tem bandido de estimação Josias de Souza Alcolumbre e centrão soldam elo anti-Lula Alicia Klein Robinho: novos advogados, mesma arrogância Os dois anfitriões voltaram dispostos a mostrar que, afinal, estavam em casa e tinham de mostrar mais serviço. E tanto em La Plata quanto em Assunção, Rossi e Carlos Miguel quase viram os empates logo nos primeiros minutos, porque rubro-negros e alviverdes pareciam achar que estava tudo resolvido. O Flamengo respondeu aos 54, com Bruno Henrique e Luiz Araújo neutralizados no mesmo lance pelo goleiro Muslera, de maneira impressionante. No contra-ataque, porém, os argentinos empataram 1 a 1 com Carrillo, na bola e na força. Aos 61 a lealdade foi para o espaço em La Plata — quando o Flamengo reclamou de pênalti em Emerson Royal e ele ainda levou um empurrão de Palacios. Resultado: os dois treinadores foram expulsos e o jogo ficou paralisado um montão. Continua após a publicidade Plata em campo, aos 69, no lugar de Luiz Araújo. Enquanto o Flamengo sofria, o Palmeiras cozinhava o jogo ao seu estilo. Mas, aos 71, um arremate de fora da área na trave voltou nas costas de Carlos Miguel e empatou o jogo 1 a 1. Uma hora teria de acontecer e aconteceu: não mata o jogo, toma o empate. Então, Abel Ferreira pôs o brasiguaio Maurício no lugar do paraguaio Sosa, além de Khellven, Lucas Evangelista, Jefté e Felipe Anderson para os últimos minutos. Allan, Arthur, Arias e Giay saíram. Pedro também entrou no Flamengo, quase fez o 2 a 1 e viu Rossi evitar o 1 a 2, nos acréscimos. Continua após a publicidade Os brasileiros poderiam ter matado nos primeiros tempos e quase morreram nos segundos. Em tempo: diminuir as dimensões do campo como se fez no Paraguai é o melhor retrato do futebol da Conmebol. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Poliana Rocha sobre crises entre filhos de Leonardo: 'Problema não é meu' Onde vai passar Corinthians x Peñarol pela Libertadores? Como assistir ao vivo Alcolumbre e centrão soldam elo anti-Lula e a favor da blindagem Mustaine volta ao país antes de fim do Megadeth: 'Não posso tocar mais' Prefeitura barra plano do Nubank para mudança na arena do Palmeiras