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O zagueiro Millán , do Fluminense , deixou o gramado chorando após sentir a coxa na partida contra o Palmeiras, na noite desta quarta-feira (21), no Nubank Parque, pelo jogo de volta da semifinal da Taça Libertadores.
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O lance aconteceu aos 28 minutos de jogo, quando, sozinho, o defensor sentiu o local, recebeu atendimento médico no gramado, mas precisou ser substituído. O técnico Marcão optou por colocar Ignácio na vaga. Ao deixar o campo, o colombiano foi às lágrimas amparado por Douglas Santos, coordenador do departamento médico do Fluminense.
O primeiro duelo da semifinal, realizado no Maracanã na semana passada, terminou com vitória alviverde por 2 a 1. Portanto, o time paulista joga por um empate para se classificar à final do torneio continental. Ao Fluminense, resta vencer por dois gols de diferença, ou por um gol para levar a decisão para os pênaltis.
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Nos últimos 11 jogos disputados fora de casa diante do Palmeiras, o Fluminense conquistou apenas uma vitória, além de dois empates e oito derrotas. O período inclui uma sequência de oito derrotas consecutivas, entre 2015 e 2021, que evidencia a dificuldade tricolor no confronto em território paulista.
Uma dessas derrotas aconteceu justamente em uma decisão. Na semifinal da Copa do Brasil de 2015, o Fluminense perdeu por 2 a 1 no tempo normal e acabou eliminado nos pênaltis. O Palmeiras avançou à decisão e conquistou o título daquela edição.
O histórico de mata-matas também é desfavorável ao clube carioca. Antes da atual semifinal da Libertadores, Palmeiras e Fluminense haviam se enfrentado em três confrontos eliminatórios por competições oficiais, todos com classificação alviverde. Além da Copa do Brasil de 2015, o clube paulista levou a melhor na semifinal do Campeonato Brasileiro de 1960 e nas quartas de final da Copa dos Campeões de 2002.