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Depois de uma semana de ferida aberta pela eliminação na Libertadores e da derrota para a Chapecoense, o Fluminense voltou ao Maracanã sob cobrança — e quase prolongou o tormento: o Internacional marcou cedo no segundo tempo, mas Hércules iniciou a reação e Lucho Acosta virou nos acréscimos. O 2 a 1 levou o Tricolor a 54 pontos e à quinta posição, mantendo viva a corrida pelo G-4; alívio no placar, não exatamente na qualidade do futebol. [ , , ] Nas arquibancadas, o resultado não apagou a impaciência: Hulk, Ganso, Savarino e Canobbio ouviram vaias, enquanto Thiago Silva foi poupado. Na saída, Hulk discutiu com um torcedor, foi acalmado por Igor Rabello e depois pediu desculpas nas redes; disse que estava triste com a atuação, negou ter xingado o torcedor e reafirmou estar feliz no clube. [ , , ] Quando o ataque titular emperrou, a resposta veio de outros lugares. Hércules chegou a seis gols no ano e voltou a decidir; Lucho Acosta acelerou o jogo e marcou a virada, reforçando o coro por mais espaço para ele e para o jovem Wesley Natã. E, entre a festa e o peso recente, Nonato falou sobre o pênalti perdido na eliminação: contou que Thiago Silva o proibiu de pedir desculpas e que ainda tenta lidar com o erro. [ , , , , , ] Fica, porém, a pergunta para Marcão: como transformar posse em perigo diante de defesas fechadas, sobretudo enquanto os atacantes atravessam um jejum? A vitória dá fôlego na briga por uma vaga direta na Libertadores de 2027, mas não resolve as dúvidas sobre a escalação. Até no Cartola o dia de Hulk foi ingrato: muito escalado, quase não pontuou. O próximo compromisso será contra o Vitória, em Salvador, no dia 6 de novembro. [ , , ]