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Opinião Futebol Como Santos deve usar Neymar até convocação à Copa? Comentaristas explicam Do UOL, em São Paulo 31/03/2026 20h43 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo O Santos vai controlar a participação de Neymar nos treinos e jogos até a possível convocação para a Copa do Mundo, afirmaram os comentaristas Lucas Musetti e Gabriela Brino na Live do Santos , do Canal UOL . Musetti e Brino detalharam os planos do Peixe para Neymar. O clube foca em evitar novas lesões e priorizar confrontos mais importantes para o time e para o próprio jogador. Sobre o planejamento da chegada do Neymar para esse jogo contra o Remo [na quinta], ele não participou da primeira partida do Cuca por conta de um controle de carga. Ele não conseguiu completar o treino no campo e saiu bem chateado, mostrando essa insatisfação. Gabriela Brino Julio Gomes O coquetel do desastre da seleção italiana Casagrande O fundo do poço da Itália, uma seleção previsível Carla Araújo Demora de Lula sobre Messias incomoda aliados Josias de Souza Eduardo virou estorvo para irmão e para cárcere do pai Agora será jogo atrás de jogo. Esse mês de abril é caótico. O Santos terá nove jogos neste mês, juntando Sul-Americana e Copa do Brasil. Então já se acostumem com a ideia [de Neymar não atuar em todas as partidas], a não ser que evolua fisicamente. Ele pode aproveitar os jogos como mandante para atingir uma média maior de partidas, mas será reavaliado a cada semana. Lucas Musetti O Santos reavalia a presença de Neymar jogo a jogo e evita treinos intensos ou situações de maior contato físico, muito por conta do histórico de lesões do atacante, especialmente na parte posterior da coxa esquerda, como destacaram os comentaristas. O que tem pegado nessa situação com o Neymar em relação à parte física é o posterior da coxa esquerda, a parte de trás da perna. É ela que está começando a preocupar. No último jogo, Neymar terminou o jogo com a mão no posterior. Gabriela Brino Neymar não participou desse treino. Para que colocá-lo para fazer duelo defensivo? Campo reduzido, bate-bate, Neymar não vai participar. O Cuca fez ontem uma outra 'gincana'. Para que colocar o Neymar para fazer um negócio desse? Lucas Musetti Musetti observa que a performance em campo ainda não é a ideal, mas há expectativa de melhora após o período de descanso e tratamentos. Hoje, por exemplo, o Neymar treinou, participou do tático, mas é aquilo: ele fica mais de boa no aquecimento e depois entra no tático e vai para sombra. Quando é coletivo, campo aberto, o Neymar já sai. Continua após a publicidade Relacionadas 'Neymar não é o Coringa da sociedade', afirma PVC Neymar e Paquetá encabeçam lista dos que 'secam' seleção por vaga na Copa 'Neymar não é coitado nem vilão', diz Arnaldo Ribeiro Neymar atuou pouco em jogo-treino porque será esse o controle de carga: dosar os minutos em treino e evitar qualquer problema. Só que precisamos ver em campo se esse descanso está sendo bem feito. O que aparece é um Neymar que ainda parece fora de ritmo. Ele joga, não joga, joga, não joga, vem Data Fifa e parece que o Neymar está frio, não emendou, não esquentou. Então tomara que contra o Remo seja um Neymar mais ativo em campo, porque é um jogo para ele, em casa. Lucas Musetti Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Assista ao programa completo 0:00 / 0:00 Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Nunes Marques determina que Rodrigo Manga reassuma Prefeitura de Sorocaba Por que fiança de tenente da PM que matou empresário em SP custou R$ 3.000? Itália é eliminada pela Bósnia e fica fora da Copa pela 3ª vez seguida Donald Trump afirma que EUA vão sair do Irã 'muito em breve' O fundo do poço da Itália: de tetracampeã mundial a uma seleção previsível