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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Ganso ensina como se bate pênaltis e classifica o Fluminense Juca Kfouri Colunista do UOL 01/03/2026 20h02 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo O clássico nem bem tinha começado quando Canobbio foi derrubado na área e Renê fez uma palhaçada na batida, ao cobrar o pênalti em câmara lenta até bater fraco e para fora. Batesse no gol e Léo Jardim teria defendido. O lance, que poderia decretar o 2 a 0 no placar agregado para o Fluminense contra o Vasco na partida de volta das semifinais, e praticamente desanimar o Cruzmaltino, teve o efeito contrário: o Vasco passou a jogar melhor e a ser muito mais perigoso diante de um Tricolor irreconhecível. Josias de Souza Exibição de força no Irã expõe fraqueza de Trump Alicia Klein Palmeiras chega à final para evitar replay de zebra Juca Kfouri Ganso ensina como se bate pênaltis e classifica o Flu Mauro Cezar Conflito com Irã aumenta tensão pré-Copa nos EUA Daí, Renê foi desarmado ao tentar sair jogando, o lance acabou em escanteio e na cobrança, Fábio deu rebote para Robert Renan abrir o marcador, primeiro gol do zagueiro na carreira, 1 a 0 no placar do Maracanã à meia-boca, porque, você sabe, o torcedor adora os estaduais. O 1 a 0, você sabe, significava 1 a 1 no placar agregado. O que Renê não fez, Renan fazia. O Fluminense buscava bater recorde histórico e ultrapassar a marca de 16 vitórias consecutivas como mandante obtida em 1941/42, sob o comando do técnico uruguaio Ondino Vieira e que o argentino Luís Zubeldia queria superar, embora, suspenso, não estivesse no banco. Mas o empate já bastava para ir à final no domingo que vem, em jogo único. Só que o Vasco seguiu melhor no segundo tempo, muito mais determinado, em clima de decisão, algo que passava ao largo do time das Laranjeiras, exceção feita a Canobbio. Continua após a publicidade Aos 15, Piton sentiu o músculo e deu lugar a Cuiabano. Arana e Savarino nos lugares de Renê e John Kennedy, aos 20. Aos 24, Freytes derrubou Andrés Gomez na área e Brenner bateu o penal para Fábio defender e mandar a bola na trave. A decisão tinha cara de ir aos pênaltis em noite que fazer gol de pênalti parecia impossível. Errava-se tanto que o clássico estava animadíssimo. Nuno Moreira e Spinelli dentro, Brenner e David fora, além de Adson no lugar de Rojas. Continua após a publicidade Ganso, Guga e Ignácio dentro, Hércules, Samuel Xavier e Freytes fora, tudo entre o 30° e 33º minutos. O Vasco seguia na frente e melhor, mais perto de fazer o gol que o classificaria do que sofrer o que o desclassificaria. Aos 40, mão na bola de Cauan Barros e pênalti para Ganso bater, porque o futebol não tem o menor compromisso com a justiça. O Flu empatou e garantiu a vaga na final ao empatar 1 a 1 com muita categoria, diante de 38 mil torcedores. O Flu só não bateu o recorde de vitórias seguidas, mas Zubeldia não sabe o que é perder no Maraca à frente do tricolor carioca. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Uma história de amor': Diogo Nogueira homenageia Paolla Oliveira em show Palmeiras controla o São Paulo em jogo com erros claros de arbitragem BBB 26 - Enquete UOL: quem você quer mandar para o Quarto Secreto? BBB 26: Alberto Cowboy, Breno e Jordana estão no Paredão Falso Paredão Falso: Cowboy, Breno e Jordana defendem permanência no BBB 26