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Em La Plata, o Flamengo voltou com um 0 a 0 que soou mais como abrigo do que triunfo: pouco ameaçou, sofreu com a pressão e precisou de Rossi para escapar de uma noite ainda pior. O jornal espanhol Marca descreveu o time como sobrevivente, enquanto a atuação do goleiro foi um dos raros pontos de segurança rubro-negra. [ ] O empate abriu uma discussão incômoda: pragmatismo inteligente ou futebol aquém do tamanho do elenco? Com nenhuma finalização no alvo, a cautela que manteve o Flamengo vivo na semifinal também alimentou a frustração de comentaristas, que cobraram mais ambição e criatividade diante do Estudiantes. [ , ] Leonardo Jardim rejeitou a ideia de que o plano fosse apenas empatar e apontou o jogo físico e a arbitragem de Juan Benítez como obstáculos; Lucas Paquetá, por sua vez, defendeu o próprio lance que gerou reclamações e cartão amarelo. Agora, a resposta será no Maracanã: uma vitória simples leva o Flamengo à final da Libertadores, enquanto novo empate conduz aos pênaltis. Antes, há a visita ao Bahia — entre cobrança, expectativa e pouco espaço para descanso. [ , , , ]