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Análise dos Times

Internacional

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Motivo: A matéria relata uma pressão interna sobre o presidente do clube, abordando a perspectiva do dirigente em responder a essa pressão e as regras do clube.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Veja o top 5 temas da coletiva de Alessandro Barcellos O presidente do Inter, Alessandro Barcellos, falou sobre o movimento de sócios que tenta tirá-lo do cargo antes do fim do mandato, previsto para o fim de 2026. O dirigente afirmou que não recebeu oficialmente o abaixo-assinado dos associados e garantiu que irá enfrentar qualquer iniciativa que siga o estatuto do clube. Por outro lado, alertou para a insegurança política que a iniciativa pode gerar. + O ge está no WhatsApp! Siga o canal ge Inter – Não tive acesso a essa informação, mas se estiver dentro das regras do jogo, terá que ser enfrentada com as regras do jogo. Qualquer movimento que seja feito tem que ter embasamento legal e formal. Senão, você vai colocar o clube em uma insegurança política para sempre, porque toda vez que tiver um resultado ruim, você vai fazer um processo e aí qual é a estabilidade que você cria, política e jurídica, para um clube do tamanho do Internacional ? – ponderou Barcellos. Nesta sexta-feira, um sócio do clube abriu um abaixo-assinado pedindo a saída do dirigente. Até a última atualização desta reportagem, o pedido continha mais de 2,2 mil assinaturas. Inter confirma Abel Braga como novo diretor técnico para 2026 Barcellos pode ser forçado a sair? Segundo o estatuto do Inter, existem três formas para o presidente deixar o cargo antes do término da gestão: impeachment (o que não é o caso de Barcellos), renúncia ou um pedido protocolado por qualquer sócio . Leia também: + Inter faz proposta para o técnico Tite + Abel Braga fica no Inter como dirigente + Veja o que disse Alessandro Barcellos sobre 2025 Neste último caso, é necessário apresentar assinaturas equivalentes a 1/25 (ou 4%) dos votantes da última eleição presidencial — 1.065 sócios precisam assinar o pedido — que então passaria a ser analisado pelo Conselho Deliberativo, que pode convocar uma assembleia geral para votação direta dos associados. Segundo apurou o ge , o movimento alcançou o número de assinaturas mínimas mas, até o momento o Conselho Deliberativo não recebeu nenhum pedido formal. Caso os requisitos sejam atendidos, poderá ser convocada uma assembleia geral para apreciação do tema. Caso o Conselho de Gestão seja afastado, uma nova eleição é realizada pelo Conselho Deliberativo em etapa única, no prazo de 30 dias. O novo presidente cumpriria apenas o período restante do mandato atual, que vai até o fim de 2026. 1 de 1 Alessandro Barcellos sofre pressão da torcida — Foto: Tomás Hammes / ge Alessandro Barcellos sofre pressão da torcida — Foto: Tomás Hammes / ge Renúncia? Alessandro Barcellos também comentou sobre a possibilidade de renúncia. O dirigente descartou a ideia e defendeu estabilidade para enfrentar os desafios do clube. – É possível se fazer uma transição conturbada num ano difícil de remobilização do departamento de futebol? Eu acho que não. Nós vamos mais ganhar com um debate que pode se estender seis, sete meses, onde a eleição está daqui a 10 meses? Eu acho que não – afirmou. 🎧 Ouça o podcast ge Inter 🎧 + Assista: tudo sobre o Inter no ge e na TV 50 vídeos