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Foi um dia inteiro de chilreios verdes em torno do Choque-Rei: Palmeiras e São Paulo mediram forças às 18h30, na Arena Barueri, num confronto que já traz o peso de décadas. O histórico recente é claro: o Verdão não sabe o que é perder para o Tricolor há nove jogos, um ninho de confiança que alimenta a expectativa da torcida [ ]. Entre gritos de apoio e números na cabeça, o duelo técnico com Abel Ferreira e Hernán Crespo ganhou capítulos à parte. O retrospecto entre os dois treinadores é equilibrado (duas vitórias para cada lado e três empates), e o encaixe tático promete mais um capítulo neste sábado. O Palmeiras vem de um duelo marcante na temporada passada, quando venceu o São Paulo por 3 a 2 em virada que ficou na memória, uma amostra do que pode acontecer mais uma vez [ ]. Além do duelo, o dia desenha o futuro: a dupla Arthur e Larson pode ganhar promoção definitiva ao elenco profissional, com Sorriso — o destaque da Copinha, com cinco gols e quatro assistências em sete jogos — mantendo ainda futuro incerto. Larson já está no elenco há mais tempo, emprestado pelo Goiás, e a ideia é consolidá-lo; Arthur, que completa 21 anos, já teve passagem pelo time principal. A conversa gira em torno de manter os jovens na rota do Paulistão, com Abel avaliando cada passo [ ]. E surge, no meio de tantas contagens, uma pitada de nostalgia: a discussão sobre 2016 volta à tona com a tendência "2016 é o novo 2026". Naquele ano, o Palmeiras alcançou o título brasileiro, sacramentando a conquista no Allianz Parque e virando a página de uma era com a taça no fim do caminho. O recorte faz lembrar o hoje, em que a história recente parece se repetir de alguma forma — mais uma vez, o Verdão entra em cena com a esperança de repetir feitos que já parecem clássicos [ ].