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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: O artigo descreve o Fluminense como um time que joga com alegria, ofensividade e criatividade graças a Acosta, destacando sua performance como principal foco.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: O Athletico-PR é retratado como um adversário que sofre com a atuação de Acosta e tem um jogador expulso, o que impacta negativamente a percepção de sua performance.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Savarino Athletico-PR Matheus Pereira Soteldo Serna Ganso Santos Arana Lucho Acosta Zapelli Castillo Zubeldia JK Cannobio Hercules

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Quem foi ao Maracanã viu de perto atuação inesquecível do baixinho Acosta Milly Lacombe Colunista do UOL 15/03/2026 18h06 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O Fluminense tem um meia. Um não. Tem dois. Mas Ganso hoje está no banco. Em campo, Lucho Acosta faz o que um meia faz: coisas sublimes. Contra o Athletico, quando não tocou de primeira, ele driblou o time quase todo. Ia fazendo um golaço, mas Santos não deixou. Um jogador inteligente, talentoso, driblador, articulador. Só o Fluminense joga usando um meia como meia. O Cruzeiro tem Matheus Pereira mas deixa ele mais à frente e limita seu campo de ações. Zubeldia libera Acosta para executar a função de maestro. Com ele, o Fluminense joga alegremente, ofensivamente, criativamente. O argentino fez uma partida perfeita. Errou um mísero passe e no mais deixou seus companheiros na cara do gol inúmeras vezes. Quando não tinha com quem jogar, saía driblando de forma agarrinchada, como se estivesse possuído. Levantou a massa, fez os companheiros sorrirem, respeitou o futebol. O Furacão abriu o placar, o Flu empatou e, depois da justa expulsão de Zapelli, virou. Com um a mais, o Flu dominou amplamente mas não conseguiu ampliar. Juca Kfouri Memphis marca como Pelé, e Gabriéis empatam na Vila PVC Será que atuação de Neymar o levará à seleção? Nelson de Sá China soma vitórias com guerra do Irã Joildo Santos O Brasil que as marcas ignoram Aos 28 do segundo tempo, Zubeldia mudou o ataque inteiro. Entraram Soteldo, Castillo e Serna; saíram Savarino, JK e Cannobio. Zubeldia queria mais, mas quem marcou foi o Athletico. Os gols que o Fluminense perdeu estavam custando caro. O Fluminense seguiu atacando e o Athletico recuou de vez. Zubeldia, ousado, tirou Hercules e colocou Ganso. Dois meias em campo, um volante apenas. Funcionou. Arana acertou um chute bonito e fez o terceiro. O torcedor e a torcedora talvez, daqui a alguns anos, continuem se lembrando desse jogo pela sexta rodada do Brasileirão de 2026 por causa de Acosta. Não viram o jogo? Busquem os melhores momentos. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Transmissão ao vivo de Coritiba x Remo pelo Brasileirão: veja onde assistir Memphis desencanta, Gabigol marca, e Santos e Corinthians empatam na Vila Não será pela atuação de Neymar contra o Corinthians que irá para a seleção Memphis marca como Pelé e Gabriéis empatam o clássico na Vila Corinthians abre negociações pra contratar Arthur Cabral, do Botafogo