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Foi um dia de estreia com sinais de promissora calmaria: Julián Millán, vindo do Nacional-URU, fez sua primeira atuação pelo Fluminense na Copa do Brasil, em empate de 0 a 0 com o Operário-PR, no Germano Krüger. O garoto chegou sob grande expectativa e precisou esperar quase dois meses para vestir a camisa tricolor; Zubeldía manteve a cautela para não expor o atleta às críticas prematuras, abrindo espaço para o tempo tratar da adaptação. [fonte 1] Você viu Millán em campo, e já ficou claro que ele se coloca de vez na briga pela titularidade ao lado de Freytes, pela esquerda do setor. A composição inicial ainda convive com o questionamento interno: Ignácio foi utilizado como substituto em alguns jogos, enquanto Jemmes aparece como opção titular; a ida terminou 0 a 0, mantendo o Flu vivo na disputa e com a vantagem de decidir no Maracanã na volta. [fonte 1] O elogio da atuação começou a traçar o retrato da oportunidade: Zubeldía ressaltou que a defesa funcionou bem, lembrando que no Uruguai os campos não são ideais e que Millán mostrou adaptabilidade ao ritmo exigido pela competição. A leitura é de que o jogador pode crescer com esse começo e se firmar aos poucos dentro do grupo. [fonte 1] O clima no clube e na torcida ganhou contornos de expectativa: o caminho da Copa do Brasil passa pela volta, marcada para o dia 12 de maio, no Maracanã, onde o Flu pode ter a chance de decidir a vaga. E, se houver novo empate por qualquer placar, a decisão vai para as penalidades. [fonte 1]