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CEO do Atlético-MG comenta realidade financeira do clube O Atlético-MG ainda está longe de ser sustentável com o nível de investimento atual no departamento de futebol. Mesmo com o aporte de R$ 530 milhões para dar um respiro nas contas, o clube precisará de uma nova injeção de recursos, caso queira seguir com atual patamar financeiro. + Diretor do Atlético-MG responde sobre Gabriel Veneno na mira do Barcelona e detalha planos Internamente, o valor injetado pelos Menins significa um respiro importante nas contas e no investimento feito na última janela de transferências. Mas, para se tornar um time sustentável a longo prazo, o Atlético necessitará de um novo aporte. + Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google CEO do clube, Pedro Daniel, explicou como o valor investido agora irá auxiliar no dia a dia e o cenário projetado para 2027. Mais notícias do Atlético — Esse aporte nos ajuda muito, diminui a dívida bancária, mas, ao mesmo tempo, não soluciona o nosso problema. Já discutimos bastante os investimentos, receita e despesa. Sim, é bem provável que teremos que receber um novo aporte, imaginando que será para o ano que vem. - O aporte soluciona parte da nossa dívida, mas ainda não temos a receita suficiente - pensando no nível de competitividade que queremos para o futebol - para continuar organicamente a longo prazo. Queremos manter um patamar elevado, sermos competitivos. É isso que queremos para os próximos anos - completou. Conselho aprova aporte de R$ 530 milhões, e Daniel Vorcaro tem ações diluídas na SAF Sul-Americana: veja o que está em jogo na fase de grupos 1 de 1
Pedro Daniel, CEO do Atlético-MG — Foto: Pedro Souza Pedro Daniel, CEO do Atlético-MG — Foto: Pedro Souza Investidor estrangeiro? Daniel não descartou a chegada de um investidor estrangeiro para o futuro. Ele citou empresas que têm ajudado na elaboração do plano de negócios. Contudo, disse haver um processo antes de ir ao mercado. Falta um nome mais "cascudo" no Galo? ge Atlético repercute — Temos o aporte de agora da família Menin. Temos uma consultoria americana contratada trabalhando conosco, no sentido do plano de negócios do clube. Temos ainda o BTG (Banking and Trading Group) e a EY ( Ernst & Young) trabalhando com a gente. Primeiro temos que fazer nossa lição de casa para depois pensar no mercado, o que é mais interessante para o Atlético. Segundo informações do balanço de 2025, a dívida do Atlético supera os R$ 2 bilhões. O endividamento bancário também teve crescimento. Passou de R$ 555 milhões para R$ 654 milhões. As dívidas tributárias estão em R$ 487 milhões. Antes, eram R$ 388 milhões. + ✅ Clique aqui e siga o canal da torcida do Galo no WhatsApp! Com o aporte, o clube utilizará 90% do valor para quitar grande parte do endividamento bancário. Os outros 10% serão utilizados para sanar os investimentos feitos no futebol - como a janela de transferências de janeiro. Assista: tudo sobre o Atlético no ge, na Globo e no Sportv 50 vídeos 🎧 Ouça o podcast ge Atlético 🎧