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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O autor exalta a performance do Flamengo, descrevendo seu jogo com adjetivos como 'show', 'superioridade', 'eficácia excelente' e demonstrando satisfação em vê-lo jogar.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: O autor descreve o Atlético-MG como 'apático', 'desfibrado', 'dominado' e 'impotente', demonstrando uma visão negativa de sua atuação e culpanzo a diretoria.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Terreirão do Galo quase viveu noite de Mineirão da Seleção Juca Kfouri Colunista do UOL 26/04/2026 22h25 Deixe seu comentário Pedro abriu a goleada do Flamengo Imagem: Gilvan de Souza/Flamengo Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Ah, o Flamengo. No Terreirão do Galo lotado, porque clássico contra o rubro-negro é sempre questão de vida ou morte para o atleticano, os mineiros começaram a todo vapor e, no primeiro ataque carioca, aos 7 minutos, Dom Arrascaeta, lançou Samuel Lino na esquerda para cruzar rasteiro e encontrar o pé de Pedro: 1 a 0. Aos 7, o 7º passe para gol de Samuel Lino, porque assistência é passe no basquete — ou ambulância. E a 7ª vitória seguida. PVC Galo perder de 4 x 0 do Fla é suprema humilhação Juca Kfouri 1 a 0 não é bom para você? Para Palmeiras está ótimo Josias de Souza PT lança diretrizes não entregues por seu governo Marco Antonio Sabino As pedras no caminho de Tarcísio de Freitas O Galo não tinha Hulk, Para evitar que ele fizesse o jogo de número 13 no Brasileiro e assim permita que ele defenda outro possível interessado, o Fluminense, em ter seu futebol. Nada contra o PT, registre-se. Aos 15, Pedro lançou Dom Arrascaeta de calcanhar e o uruguaio só não ampliou porque Everson fez uma senhora defesa. Registre-se: não foi gol perdido, foi gol evitado. Os nove pontos que distanciavam o líder do vice-líder voltavam a ser seis — e podem virar três caso o Flamengo derrote o Mirassol, no Maracanã, no jogo que tem a menos. Continua após a publicidade Ou seja, até ali, tudo sob controle. O Galo lutava, valente. O Flamengo jogava, é diferente. Mas, aos 29, o Galo jogou e obrigou Rossi a fazer duas grandes defesas: na primeira desviou a escanteio; na cobrança, desviou a bola para o travessão. Só que, aos 30, Plata enfileirou a defesa do Galo e marcou um golaço, que nem dois Eversons evitariam. A Nação tirava sarro e cantava "Eu acredito". O Flamengo conquistava sua quarta vitória nos cinco jogos que disputou no Terreirão, com um empate. Continua após a publicidade Mas não estava satisfeito. Tanto que, aos 46, Pedro lançou Plata e foi para área; o equatoriano abriu para Varela que cruzou e Dom Arrascaeta se antecipou a Pedro para cabecear o 3 a 0. Um show. Um show rubro-negro diante de um Galo apático, desfibrado, dominado, impotente. O Terreirão viveria noite de Mineirão, 7 a 1? Lembra da Alemanha com camisa rubro-negra? Se considerarmos que Leonardo Jardim sentia gosto especial dos seus tempos de Cruzeiro, era melhor o Galo botar suas esporas no gramado sintético. Para quem reclamava que o Flamengo perdia muitos gols, hoje o nível de eficácia estava excelente, tanto que Everson era o melhor atleticano em campo, com duas grandes defesas. Continua após a publicidade O Galo fez duas trocas e foi à luta em busca de diminuir a derrota a todo risco. Cada vez que o Flamengo atacava era um deus nos acuda para neutralizar o toque de bola, mas o Atlético começou a levar perigo à meta de Rossi. Aos 20 minutos foi maldade. Uma excelente troca de passes mineira, até parecia carioca, resultou em chute colocado de Minda, que veio do banco, Rossi defendeu no chão e viu de novo a trave salvá-lo. Estava claro que o Flamengo queria mais que o tempo passasse e não tinha nenhuma intenção germânica. Dudu e Scarpa entraram no clássico, Jorginho e Samuel Lino fora, Luiz Araújo e Saúl dentro, aos 26. Continua após a publicidade Ouvia-se olé no Terreirão para humilhação da massa e alegria da Nação. "Ei, Menin, vtc", a massa acordava para a realidade nefasta que lhe impuseram em nome do amor ao clube que, na verdade, era só à grana. Alex Sandro e Dom Arrascaeta saíram, Ayrton Lucas e Bruno Henrique entraram, aos 36. Em seguida, Pedro completou a goleada, o VAR verificou o 4 a 0 e confirmou que Evertton Araújo estava em posição legal ao passar para o goleador, livre na cara do gol. Dava pena do Galo e dava satisfação, outra vez, ver o Flamengo jogar. Não chegou a ser um Mineirão, mas quase. Até porque, aos 48, Evertton Araújo bateu com categoria na junção da trave com o travessão. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 1 a 0 não está bom para você? Para o Palmeiras está ótimo Universidade desliga suspeitos de dar choque em homem em situação de rua Flamengo aplica sua maior goleada sobre Atlético na história do Brasileirão Hulk recebe sondagem do Flu e desfalca o Atlético-MG contra o Flamengo Palmeiras é a maior chance de o Braileirão não se polarizar com o Flamengo