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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Crise é global? Saiba quem são os laterais das principais seleções do mundo Rafael Reis Colunista do UOL 13/11/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Destaque do PSG, Nuno Mendes é dono da lateral esquerda da seleção portuguesa Imagem: Federação Portuguesa de Futebol/Divulgação Quatro jogadores que atuam no futebol brasileiro (os veteranos Alex Sandro e Danilo, do Flamengo, além de Paulo Henrique, do Vasco, e Luciano Juba, do Bahia), um homem para a direita da Roma (Wesley) e um defensor pela esquerda (Caio Henrique). As opções de laterais da seleção para os amistosos contra Senegal e Tunísia, que encerram o calendário de 2026 do Brasil, não tem nenhum nome que esteja realmente bombando lá no degrau mais alto do futebol europeu (e, automaticamente, mundial). Esse é um problema global, dizem e repetem por aí. Mas será que a escassez de bons laterais é realmente uma questão que vai muito além do Brasil? Juca Kfouri O tapa de luvas de Adriane Galisteu na família Senna Josias de Souza Paixão de Eduardo pelo irracional é correspondida A Hora A insegurança pública de Hugo Motta Marco Antonio Sabino Por que as igrejas e templos não pagam IPTU? O "Blog do Rafael Reis" apresenta abaixo como andam as laterais das outras principais seleções do planeta para que você, leitor, tire suas próprias conclusões. ESPANHA : A melhor seleção do mundo, pelo menos de acordo com o ranking da Fifa, tem usado Pedro Porro (Tottenham) na direita e Marc Cucurella (Chelsea) na esquerda, embora Alejandro Grimaldo (Bayer Leverkusen) tenha sido escalado na vaga do "cabeludo" na última partida. Dani Carvajal (Real Madrid), Marcos Llorente (Atlético de Madri) e Alejandro Balde (Barcelona) são outras opções bem conhecidas para o setor. ARGENTINA : Assim como acontece com o Brasil, a atual campeã mundial também não tem hoje laterais que estão "comendo a bola" no primeiro escalão do futebol europeu. Já há um bom tempo, as principais opções para o setor são Nahuel Molina (Atlético de Madri) e Gonzalo Montiel (River Plate) para a direita, além de Nicolás Tagliafico (Lyon) e Marcos Acuña (River) para a esquerda. Com exceção do primeiro, todos já viveram momentos melhores na carreira. PORTUGAL : Os lusos contam com aquele é considerado hoje o grande lateral esquerdo do futebol mundial, Nuno Mendes (Paris Saint-Germain). Já o lado direito da defesa tem vários nomes quase que em posição de igualdade (e a maioria deles também joga na esquerda, podendo quebrar o galho no caso de uma eventual ausência do titular): Diogo Dalot (Manchester United), Matheus Nunes (Manchester City), João Cancelo (Al-Hilal) e Nélson Semedo (Fenerbahce). João Neves (PSG), que é volante de origem, também já foi improvisado como lateral. FRANÇA : As laterais parecem ser um setor já bem consolidado na cabeça de Didier Deschamps. Jules Koundé (Barcelona) é o titular da direita, e Theo Hernández (Al-Hilal), o preferido para esquerda. Seus reservas imediatos são Malo Gusto (Chelsea) e Lucas Digne (Aston Villa), respectivamente. Lucas Hernández (PSG), campeão mundial em 2018 como dono da lateral esquerda, continua sendo convocado, mas virou mais uma opção para o miolo de zaga. ALEMANHA : Volante no Bayern de Munique, o capitão Joshua Kimmich tem sido usado há mais de um ano como lateral direito na seleção, justamente para suprir a escassez de nomes confiáveis para a posição (seu reserva imediato é Ridley Baku, do RB Leipzig). Na esquerda, a vaga pertence a David Raum, também do time da Red Bull, que é até mais um ala do que um lateral. Maximilian Mittelstädt (Stuttgart) e Nathaniel Brown (Eintracht Frankfurt) disputam o posto de segunda opção do setor. Continua após a publicidade Relacionadas Por que uma possível ida da Noruega para a Copa é 'pesadelo' para o Brasil? Brasileirão cede 38 atletas a seleções; Fla e Palmeiras lideram convocações Quatorze vagas para Copa em 6 dias: tudo que está em jogo nesta Data Fifa INGLATERRA : Com um início de passagem longe de ser empolgante pelo Real Madrid, Trent Alexander-Arnold não tem sido convocado por Thomas Tuchel, que prefere entregar a lateral direita a Reece James, seu velho conhecido dos tempos de Chelsea. No lado esquerdo, a disputa está bem mais aberta desde que Miles Lewis-Skelly perdeu espaço no Arsenal. Agora, o garoto briga por vaga com Djed Spence (Tottenham) e Nico O'Reilly (Manchester City). ITÁLIA : A culpa pela pesada crise da Azzurra, que está ameaçada de não se classificar para a terceira Copa consecutiva, não pode ser depositada nas costas dos seus laterais/ala. Afinal, a Itália ainda tem bons nomes para compor as extremidades do campo. Especialmente na esquerda, há abundância de qualidade, com o titular Federico Dimarco (Inter de Milão), Riccardo Calafiori (Arsenal), zagueiro de origem que pode atuar como lateral, e Andrea Cambiaso (Juventus), também usado na direita. Do outro lado do campo, a disponibilidade é um pouco mais modesta, mas ainda existe: Giovanni di Lorenzo (Napoli) e Raoul Bellanova (Atalanta) são as opções mais aproveitadas. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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