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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria foca na escalação da árbitra para a final onde o Corinthians é um dos participantes, mas a reportagem mantém um tom neutro sobre as equipes.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Palmeiras é o outro time na final, mas o foco da reportagem está na polêmica da árbitra e não em um viés específico para o clube.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Santos é mencionado como o adversário na polêmica passada, mas não é um time ativo na narrativa principal da final.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

santos palmeiras corinthians paulistao lucas piccinato arena barueri vic albuquerque Marianna Nanni Batalha

Conteúdo Original

Alvo de críticas após apitar o clássico entre Corinthians e Santos, válido pela fase de grupos do Paulistão, em setembro, Marianna Nanni Batalha foi escalada como árbitra da primeira partida da final do estadual. O jogo entre as Brabas do Timão e o Palmeiras será disputado neste domingo, às 11h, na Arena Barueri, com transmissão do sportv . Questionada em coletiva na Federação Paulista de Futebol, nesta sexta-feira, a árbitra comentou as repercussões sobre a sua atuação. Na ocasião, ela teria dito a sua equipe que “não queria ter pego a escala” do clássico alvinegro. — Foi indiferente. Não li, não ouvi. A primeira coisa que fiz foi enviar uma mensagem para minha família para falar "não se importem com o que é dito e não respondam nada, porque quem vivenciou fui eu". Deixar bem claro que o que foi falado nas entrevistas não era o que eu tinha falado — disse. Mais notícias: + Paulistão Feminino: ano bate recorde de investimento + Piccinato questiona calendário do futebol feminino 1 de 1 Árbitra Marianna Nanni Batalha — Foto: Rebeca Reis/Ag. Paulistão Árbitra Marianna Nanni Batalha — Foto: Rebeca Reis/Ag. Paulistão Marianna afirmou que as críticas sofridas no clássico alvinegro não influenciam em sua atuação no jogo de ida da final do Paulistão. Daiane Muniz apitará a partida de volta, no dia 14, que ainda não tem local definido. — Em relação ao jogo, não tem peso. Temos que aplicar a regra e fazer as coisas para o jogo atual. Não podemos levar coisas pessoais para o jogo, é sempre um lado profissional. Toda arbitragem é muito profissional. Assim como as atletas treinam todo dia, nós estudamos — comentou. Vic Albuquerque, uma das atletas que teceu críticas à época e disse estar "cansada de arbitragens mal intencionadas", também fez menção ao caso. — A gente nunca quer perder, tem que encontrar motivos da derrota e, às vezes, fica exaltada. Quando a gente critica a arbitragem, nunca é em relação ao pessoal, é sempre em questão profissional. Nunca é a pessoa Mariana. Entendemos que elas são mulheres importantes, principalmente para as famílias delas. Elas têm uma carreira de longa data, entendemos a importância delas dentro do cenário do futebol feminino e agradecemos a insistência — reforçou a jogadora. + Veja mais notícias sobre futebol feminino O treinador do Corinthians, Lucas Piccinato, também um dos críticos de Marianna, falou sobre a arbitragem. Em tom de brincadeira, ele pediu desculpas de antemão por qualquer comentário excessivo que possa fazer nos jogos da decisão. — Ninguém entra em campo para errar. Os erros acontecem da minha parte, da parte das jogadoras, da parte da arbitragem. A gente espera que a coisa menos falada nos dois jogos seja a arbitragem, que se possa de um grande jogo das duas equipes. Palmeiras e Corinthians entram em campo já neste domingo, 7, na Arena Barueri, a partir 11h (horário de Brasília). A partida de volta, com mando do Corinthians, será na semana seguinte, no dia 14, às 10h. O local do jogo ainda não está definido.