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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Em pelada animada, Brasil livra a cara na Austrália Juca Kfouri Colunista do UOL 29/09/2026 09h06 Deixe seu comentário Raphinha, da seleção brasileira, comemora gol contra a Austrália em amistoso Imagem: Albert Perez/Getty Images Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× É bom ver um jogo em gramado perfeito como o de Brisbane. Tão bom como ver um jogo sem propaganda de bets. Melhor ainda é ver a Seleção Brasileira jogar quase três minutos iniciais sem deixar a Austrália tocar na bola e abrir o placar em belo chute de Vanderson para completar a jogada entre Rayan e Bontempo. Marco Antonio Sabino Inferno de Dante: Nossa Senhora vira cabo eleitoral Josias de Souza Campanha foi de Vorcaro a Nossa Senhora Aparecida Alicia Klein A curiosa lógica do presidente do Flamengo Felipe Salto Fim das bets salva vidas e ajuda a economia Os australianos seguiam sendo australianos no panorama mundial; os brasileiros é que pareciam dispostos a fazer começar bem a terça-feira da torcida verde-amarela. No ataque seguinte ao gol, Raphinha teve duas chances para ampliar e parou no goleiro. Até a metade do primeiro tempo a Seleção dominou e aí, em escanteio, Otávio saiu mal, Rayan desviou e Circati enfiou um calcanhar esquisito para empatar, aos 29. A Seleção sentiu e três minutos depois levou a virada, em ótimo arremate, mas defensável, de Metcalfe de fora da área: 2 a 1. Que coisa! Outra decepção? Vini fazia apresentação mais uma vez abaixo da crítica, Raphinha pouco fazia e, por sorte, Danilo sofreu pênalti para o goleador do Barcelona empatar, aos 45. Continua após a publicidade Era justo, mas pouco, muito pouco. Raphinha não voltou para o segundo tempo, trocado por Endrick. Virou jogo de trocação, lá é cá, Ancelotti pôs Andrey Santos, Estêvão e Matheuzinho nos lugares de Bontempo, Rayan e Vanderson. O jogo ficou tenso e o tempo fechou entre os jogadores, na metade da etapa final. Aos 24, Danilo ligou o contra-ataque para Vini, ele acertou seu primeiro lance ao entregar para Endrick passar para Bruno Guimarães, na pequena área, em nova virada: 3 a 2. Quem gosta de gols no atacado, estava divertido, ao menos. Continua após a publicidade Virou uma pelada animada, no bom sentido. As duas seleções jogavam pela honra: os donos da casa ainda ressentidos por ter permitido o empate no fim do primeiro jogo; os visitantes para reestabelecer minimamente quem é quem no Planeta Bola. E, aos 33, Vini foi derrubado na área, quis que Bruno Guimarães batesse o pênalti, mas a ordem do banco foi para que ele mesmo cobrasse e o ele fez o 4 a 2. Estava posta a diferença aceitável entre Brasil e Austrália no futebol mundial. Diante de 52 mil torcedores, Martinelli e Samuel Lino substituíram Bruno Guimarães e Vini. Aí virou várzea e Bidon, Vitor Reis e Arthur Dias também entraram para jogar os minutos finais. Continua após a publicidade Deverão enfrentar a fraca Índia no sábado. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Hugo Motta usava casa de Vorcaro em Brasília, mostram mensagens Vorcaro e ex-ministro de Bolsonaro tentaram conter crise de Moraes e Musk Seleção brasileira vence Austrália em jogo de seis gols e duas viradas Dois bons sinais e dois péssimos na vitória do Brasil contra Austrália Palver: Lula e Flávio têm 44% cada no 1º turno e empate técnico no 2º