Conteúdo Original
Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Na altitude boliviana, Flu perde o ar, a cabeça e o jogo Milly Lacombe Colunista do UOL 30/04/2026 20h59 Deixe seu comentário Jogadores do Bolívar comemoram gol de Robson Matheus contra o Fluminense, pela Libertadores Imagem: JORGE BERNAL/AFP Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Numa altitude de três mil e quinhentos metros, contra o Bolivar, o Fluminense submeteu sua torcida a duas horas de sufocamento. Um jogo lento, sofrido, mal jogado, sem esperança, sem vida. Sabemos que a altitude dificulta as coisas para quem vem do nível do mar, mas a altitude sozinha não explica a atuação lamentável do time na noite de 30 de abril Zubeldia optou por uma escalação pouco conservadora e soltou o time para agredir o Bolívar. Deu ruim já no primeiro tempo. Um a zero para os donos da casa. Sem conseguir jogar, o tricolor foi cedendo ao nervosismo e ao descontrole. Freytes teve um ataque com o gandula no final do primeiro tempo e, no começo do segundo, Bernal achou de bom tom partir para cima do juiz mesmo já tendo um amarelo. Foi expulso, obviamente. José Fucs A rejeição de Messias 'lavou a alma' da oposição João Paulo Charleaux Guerra de Trump no Irã se torna ilegal na lei dos EUA Tony Marlon A semana do 'centrão não se compra, se aluga' Juca Kfouri Corinthians tem noite exemplar em Itaquera Com dez, o que já era complicado, complicou ainda mais e o Bolívar fez o segundo gol. Zubeldia, amigo do drama, mandou dois atacantes e um volante a campo. Soteldo, JK e Alisson entraram nos lugares de Savarino, Serna e Castillo. O time melhorou e conseguiu ser mais agressivo, mas a altitude seguia fazendo seus estragos. Soteldo, o melhor em campo, diminuiu no último lance do segundo tempo mas o gol foi anulado pelo VAR e partida terminou dois a zero para o Bolívar. O Fluminense é o último do Grupo C, um daqueles grupos considerados os mais fracos da Libertadores. Tem um ponto em três jogos. Precisará de um milagre para se classificar em três jogos do segundo turno dessa primeira fase. A boa notícia é que, como sabemos, o futebol reserva um bom espaço para milagres. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Acordo UE-Mercosul começa a valer com incertezas para empresas Campos do Jordão além do centrinho: roteiro de parques, passeios e boa mesa Rafael recusa Cruzeiro e Bahia e já mira renovação de contrato no São Paulo 'Vivia no fundo do poço': ele pesou 251 Kg e hoje é artilheiro no Botafogo Bolsonaro está a caminho de hospital para passar por cirurgia, diz Michelle