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Futebol Fracassos em campo e na janela geram 'buraco' de R$ 105 milhões no Flamengo Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 23/10/2026 12h00 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Além do impacto esportivo que traz uma eliminação em casa, nos pênaltis, em uma semifinal de Libertadores, o Flamengo precisa lidar com as repercussões financeiras da queda diante do Estudiantes. Ao não conquistar a vaga na final, o clube se vê sem um jeito imediato de compensas frustrações vividas neste ano dentro de campo e também no mercado de transferências. Uma conta simples já aponta um buraco de R$ 105 milhões. Como se chega a esse número? Josias de Souza Mendonça diz o óbvio sobre caso de sigilos Mauro Cezar Flamengo, toda arrogância será castigada Mariana Sanches EUA, China: os planos de Flávio para a diplomacia Lilian Cintra de Melo Smart Sampa: quem vigia as câmeras que vigiam SP? Para começar, os vice-campeonatos do começo da temporada: Recopa e Supercopa do Brasil. Juntos, uma defasagem de R$ 9,5 milhões, considerando a cotação atual do dólar. Além disso, houve a eliminação precoce na quinta fase da Copa do Brasil, diante do Vitória. A meta orçamentária do Flamengo é feita pensando em alcançar, no mínimo, a semifinal da competição. Se tivesse chegado tão longe, teria faturado cotas de participação de mais três fases, totalizando R$ 16 milhões a mais do que efetivamente ganhou. Tem outro ponto: uma conta média de bilheteria ainda acrescentaria cerca de R$ 12 milhões de receita bruta ao clube. Mas nada disso se concretizou. Para completar, a principal negociação de saída na janela de transferências caiu por terra: Plata não foi mais para o Dínamo Moscou, e o Flamengo deixou de gerar R$ 68 milhões de receita com isso. A derrota para o Estudiantes nos pênaltis impediu um voo mais longo do Flamengo, rumo à final contra o Palmeiras. Continua após a publicidade Estar na decisão asseguraria pelo menos mais US$ 7 milhões (R$ 35 milhões), que é a cota paga ao vice-campeão. Se faturasse o pentacampeonato, o Flamengo já conseguiria compensar as frustrações listadas até agora. É que a Conmebol paga US$ 25 milhões (R$ 125 milhões) ao campeão. O Flamengo é o clube mais rico do país, mas sabe que não pode dar bobeira. Até porque o prognóstico para o ano que vem tem a preocupação gerada pelo banimento das bets. O Fla era, até a proibição feita pelo governo federal, o clube com o maior contrato de patrocínio master do Brasil: R$ 268 milhões. Neste ano, pelo menos, o clube já tinha recebido praticamente todo o dinheiro. O alerta feito pela diretoria estava mais ligado a 2027 — caso a Medida Provisória seja mantida após tramitação no Congresso. O presidente Luiz Eduardo Baptista, o Bap, chegou a indagar: "Como vou pagar o Paquetá?" Com o próprio reforço de R$ 315 milhões — considerando direitos econômicos, luvas e intermediação — aparecendo entre os jogadores que perderam pênalti em semifinal de Libertadores, fica mais difícil ainda. Continua após a publicidade Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora RealTime Big Data: Flávio tem 52% dos votos válidos, e Lula, 48% Mendonça juiz e cartão corporativo: a novela dos sigilos de Flávio e Lula Homem passa 10 anos preso por assassinar a ex e mata nova esposa em SP Felca diz que produziu vídeo sobre fobia social por 8 meses: 'Senti receio' Bolo da filha de Virginia e Zé Felipe tinha mais de três metros de altura