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Análise dos Times

Motivo: Matéria acolhe favoravelmente a visão de Ancelotti e da CBF sobre formação, retratada como positiva para o futuro da seleção.

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Motivo: Citado apenas por ter votado contra a medida, em relato factual, sem tom crítico ou favorável.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Brasileirão Bahia Carlo Ancelotti CBF Seleção Brasileira Itália Movimento dos Clubes Formadores

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Esporte Ancelotti não foi decisivo em limite de estrangeiros, mas viu como positivo Rodrigo Mattos Colunista do UOL 24/09/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, durante treino na Austrália Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Carlo Ancelotti, técnico da seleção, não teve peso na decisão da CBF de reduzir o limite de jogadores estrangeiros no Brasileiro. Mas o treinador entendeu como positiva a mudança. O principal fator que levou a CBF a propor a medida aos clubes foi o resultado do grupo de trabalho da base, iniciativa feita aprimorar o desenvolvimento de jogadores jovens. Neste contexto, o Movimento dos Clubes Formadores do Futebol Brasileiro tinha como proposta a redução do número de estrangeiros. E a CBF já discutia o assunto desde o final de 2025. Juca Kfouri Quatro bets, das maiores, encalacradas na Justiça Graciliano Rocha Avanço de Lula contra bets mira voto feminino Thais Bilenky Messias x Andrei é 2ª parte de Mendonça x Moraes Josias de Souza Trump fantasiado de Rambo é um problema Resolveu adotar a proposta e levou aos clubes, que aprovaram por maioria, com Flamengo e Bahia votando contra. Ancelotti já tinha lamentado em sua convocação pós-Copa os poucos minutos dados aos jovens brasileiros. "Às vezes, o objetivo do clube não é o objetivo da seleção. Temos jogadores que pensamos que vão representar o futuro da seleção e eles não estão jogando, temos que acompanhar esses jogadores. Se eles não jogam, temos que dar a oportunidade de eles jogarem e progredirem", disse ele, ao chamar um grupo renovado. Internamente, na CBF, Ancelotti falou sobre a experiência da Itália. Para ele, a decadência do futebol de seu país tem a ver com a abertura excessiva do mercado. Como consequência, os clubes teriam parado de investir em formação de atletas e o país deixou de ter revelações com qualidade. Isso porque era mais fácil contratar estrangeiros. Essa observação não teve peso na decisão da CBF. Mas foi de encontro ao que já era apontado pelos estudos da confederação, isto é, que os jovens tinham perdido minutos em campo com o aumento da permissão de estrangeiros no Brasil, desde 2020. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rodrigo Mattos por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora 'Gangue da pedrada' muda rotina em carros de app sobre uso de celulares Por que dois preservativos viraram atração em museu da Segunda Guerra Prédio de 4 andares desaba no Morro do Cantagalo, no Rio; não há feridos Emenda de deputado paga sua ex-empresa, da qual tem dinheiro a receber Ancelotti confirma seleção com Endrick e novato na zaga contra Austrália