Ontem, o Brasil viveu um dia de coroas surpresas e promessas. A Copa do Mundo feminina no Brasil é descrita, pela visão de Arthur Elias, como um 'prêmio' após anos de discriminação, e o treinador da Seleção Brasileira destacou que o campeonato pode acelerar o desenvolvimento do futebol feminino, com clubes investindo e a identidade de jogo ganhando corpo dentro de campo [fonte 1].
No Rio de Janeiro, no lançamento da marca do Mundial, as falas se entrelaçaram com esperanças: ele lembrou que o Brasil tem agora mais espaço para treinar meninas desde cedo, que a liga nacional precisa seguir evoluindo e que a Copa pode acelerar esse processo, mantendo a identidade de jogo que a seleção quer imprimir dentro de campo [fonte 1, fonte 1].
Quem fez coro com o vento de Melbourne foi o tênis brasileiro: Rafael Matos e Orlando Luz avançaram às quartas de duplas masculinas do Australian Open ao derrotarem Goransson e Bhambri por 2 sets a 0, com parciais de 7/6 (7) e 6/3, mantendo o Brasil vivo na chave ao lado de duplas que já carregam o peso da história, como a parceria de Stefani/Dabrowski nas categorias femininas e mistas [fonte 2].
Rafael Matos, 30 anos, e Orlando Luz, 27, vinham de uma campanha que mostra que o Brasil pode competir de igual para igual em uma era de tênis 100% nacional em uma competição tão global quanto o Australian Open; o próximo desafio é claro: Granollers e Zeballos os esperam nas quartas, enquanto Luisa Stefani, Gabriela Dabrowski e as demais brasilianas também seguem na briga em outras frentes do torneio em Melbourne [fonte 2, fonte 2].
Assim se desenha o dia de ontem: entre a arena que recebe a Copa do Mundo e a quadra onde o tênis brasileiro traça seu caminho, o sentimento é claro — o Brasil quer continuar escrevendo o capítulo de identidade, investimento e conquista, sem perder o fio da verdade que não se pode inventar. E se Marta ainda é dúvida na cabeça de muitos, o brilho da dupla Matos-Luz já aponta para uma nova página no nosso esporte.
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