O artigo explora o uso de canetas emagrecedoras (semaglutida) por jogadores de futebol no Brasil, abordando tanto casos de uso emergencial para garantir contratos quanto situações de uso supervisionado por clubes após lesões. A matéria destaca os impactos no desempenho, o receio dos atletas em falar abertamente sobre o tema e a percepção dos profissionais de saúde sobre a prática.