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Análise dos Times

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Guilherme Costa traz as notícias de tiro com arco, tênis de mesa e tiro no Redação A Associação Profissional de Jogadores de Tênis (PTPA) enviou nesta semana um plano de investimento de 1 bilhão de dólares - equivalente a mais de 5,3 bilhões de reais - a mais de 20 bancos e empresas especializadas em consultoria financeira com o objetivo de criar um circuito independente do que é realizado pela Associação de Tenistas Profissionais (ATP) e Associação de Tênis Feminino (WTA). A proposta chamada de Future Tennis aumentaria o valor das premiações, que também seriam iguais para homens e mulheres, e diminuiria a quantidade de torneios. O projeto foi revelado pelo Daily Telegraph e o The Guardian. O jornal do Reino Unido, inclusive, chegou a destacar na manchete que a proposta tende a deixar o mundo do tênis "à beira de uma guerra civil", já que aumentou a tensão entre a PTPA e as organizações mais poderosas do tênis - WTA, ATP e Federação Internacional de Tênis (ITF). A PTPA - que tem Novak Djokovic entre seus fundadores e representa cerca de 600 tenistas - move ações judiciais contra as entidades e os organizadores dos quatro torneios de Grand Slam - Australian Open, Roland Garros, US Open e Wimbledon. As alegações citam restrição de oportunidades e de premiações e negligência ao bem-estar dos jogadores. 1 de 1 Novak Djokovic concede entrevista coletiva em Melbourne — Foto: Reuters Novak Djokovic concede entrevista coletiva em Melbourne — Foto: Reuters O Future Tennis proporcionaria uma presença maior dos tenistas nas decisões administrativas. O documento da proposta critica a atual estrutura de governança, o que, para a PTPA, teria provocado um desempenho abaixo do potencial do tênis ao longo dos anos. - Um modelo de governança fragmentado, porém repressivo, um calendário confuso e inacessível para os fãs, e a remuneração dos jogadores artificialmente limitada e muito abaixo dos pares do setor - afirma parte do relatório. + Djokovic anuncia saída da Associação Profissional de Jogadores de Tênis + Andre Agassi será responsável por entregar troféu do Rio Open em 2026 + Rio Open divulga atletas confirmados e arte oficial da edição de 2026; veja detalhes + Após polêmica com ucraniana, Sabalenka vislumbra fim de guerra e pede foco no tênis: "Quero a paz" + Fonseca diz que costas estão 100% e vê falta de ritmo no Australian Open: "Precisava de mais tempo" A reestruturação prevê um novo modelo de divisão de torneios com três níveis. O primeiro seria o Pinnacle Tour, com 16 dos eventos mais prestigiados, incluindo os Grand Slams e a Copa Davis. Abaixo estaria o Global Tour, com os atuais eventos Masters 500 e Masters 250. O terceiro, por sua vez, seria o Future Circuit, que abrangeria outros eventos globais. Na parte financeira, além de uma nova gestão dos direitos comerciais do tênis, transmissão e patrocínios, os jogadores teriam garantidos níveis mínimos de compensação. Os classificados no top 100 receberiam 1,5 milhão de dólares, valor que subiria para 2,3 milhões de dólares após uma década, enquanto que os tenistas entre as posições 101 e 200 do ranking garantiram 600 mil dólares, subindo para 1,5 milhão de dólares.