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Futebol Casagrande: 'Seleção com Igor Thiago fica muito mais agressiva' Do UOL, em São Paulo 04/06/2026 10h59 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo A seleção brasileira ganharia mais agressividade e 'presença de área' com um centroavante alto e finalizador, disse Walter Casagrande no UOL News Esporte , do Canal UOL. Ao discutir "motivos para o Hexa", o comentarista defendeu mudanças na equipe, mas indicou que a principal virada pode vir do perfil do camisa 9, com força física e poder de finalização. Eu vou na linha da mudança, mas não a do meio-campo. Um centroavante alto, forte, finalizador. Eu acho que a seleção brasileira fica muito mais agressiva, com mais presença de área. Eu acho que presença de área e agressividade numa Copa do Mundo, um cara forte, cabeceia bem, bate bem na bola, é importante para vencer as partidas. Casagrande Julián Fuks O sonho da literatura, no tempo do desencanto Josias de Souza Flávio Bolsonaro perde de goleada em casa Luiz Henrique Matos Desertos de notícias são uma ameaça à democracia PVC Seleção brasileira recupera harmonia perdida Danilo Lavieri também falou em mudança, mas apontou outro caminho: um teste com três jogadores no meio-campo. Para ele, a seleção pode ganhar força com ajustes perto da estreia. O motivo para o hexa é que o Ancelotti talvez tenha acordado tarde, mas acordou e vai fazer um teste no meio de campo com três jogadores. Vamos ver se de repente isso faz uma seleção mais forte. Assim como aconteceu em 94, assim como aconteceu em 2002, mudanças às vésperas da estreia podem ser um bom sinal. Danilo Lavieri Arnaldo Ribeiro concordou que a equipe dá sinais de "maleabilidade" e citou que as mudanças podem ir além do meio-campo e do centroavante, com ajustes também na lateral direita e na estrutura de jogo. Ele estar maleável, pelo menos a esse início, eu acho interessante. E além do centroavante que o Casão falou, além do terceiro homem, que ainda não é terceiro homem no meio de campo, como disse o Julio, tem a questão que está sutilmente colocada, que a gente vai ter um lateral, o lateral pela direita, ou na primeira linha, ou na segunda linha. Arnaldo Ribeiro Já Julio Gomes disse que, por enquanto, a mudança de time não o empolga, e preferiu apostar no desenho do torneio como fator que pode ajudar o Brasil. Na avaliação dele, uma Copa com mais seleções pode criar caminhos menos óbvios no mata-mata. Eu vou num caminho diferente dos amigos, porque a mudança de time não me empolga tanto assim. Por enquanto. Vamos ver na prática, mas por enquanto não me empolga tanto. Eu acho que essa Copa grande, em que você pode, de repente, ter uma concentração de forças num quadrante da chave ali, quando sai o mata-mata, pode ajudar o Brasil a ter uma caminhada ali de três jogos tranquilos de mata-mata até chegar a uma semifinal de Copa do Mundo. Julio Gomes Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Vini Jr diz que conselho de Ancelotti mudou sua carreira: 'Como um pai' Neymar não terá folga e ficará fechado no hotel trabalhando em 2 períodos 'Perseguição implacável': o que é perdão judicial dado à mãe de Henry Borel 'Pensei no que aprendi no jiu jitsu', diz mulher que fugiu de estupro Juíza determina expedição de alvará de soltura de Monique Medeiros