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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo descreve o desempenho do Flamengo de forma extremamente positiva, utilizando termos como 'domínio total', 'massacre completo' e 'amassou', enfatizando sua superioridade.

Viés da Menção (Score: 0.9)

Motivo: O Vasco é retratado de forma muito negativa, com frases como 'não viu a cor da bola', 'ficou na roda' e 'massacre completo', indicando uma performance desqualificada.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: O Corinthians é mencionado como um dos clubes que, juntamente com Vasco e São Paulo, representa um 'fracasso retumbante' e demonstra um 'estado de coisas humilhante'.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Similar ao Corinthians, o São Paulo é criticado por 'fracasso retumbante' e por um 'estado de coisas humilhante', especialmente em comparação com sua popularidade e potencial.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Walter Casagrande Vasco Flamengo São Paulo Corinthians Palmeiras Arrascaeta Filipe Luís Calleri Fernando Diniz Portuguesa Rayan Gabigol Yuri Alberto Arnaldo Ribeiro Pedro Ferreira

Conteúdo Original

Opinião Esporte Futebol 'Flamengo massacrou o Vasco': Colunistas debatem domínio no clássico Do UOL, em São Paulo 22/01/2026 10h08 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 O domínio do Flamengo sobre o Vasco no Maracanã foi tão grande que o placar de 1 a 0 ficou pequeno diante do que se viu em campo, avaliaram Walter Casagrande e Arnaldo Ribeiro no UOL News Esportes , do Canal UOL . Os comentaristas destacaram a diferença técnica, física e tática entre os times de Filipe Luís e Fernando Diniz. Casão chamou atenção ao nível de domínio rubro-negro, e Arnaldo lembrou que foi apenas a primeira partida do time profissional do Flamengo na temporada. Casagrande: Flamengo amassou e poderia ter feito 6 a 0 no Vasco Se você tirar aquele 1 do placar e colocar 6, ela não mudaria nada, porque o jogo foi pra 6x0, pra 7x0, pra 8x0. O jogo inteiro. E foi assim: o Vasco não viu a cor da bola. O Flamengo foi uma surpresa a parte física do Flamengo, a parte da intensidade do jogo do Flamengo, a parte da dinâmica que ele colocou no jogo. Mas o domínio técnico é absurdo. Walter Casagrande Juca Kfouri Yuri Alberto e Gabigol vilões e heróis Sakamoto Constrangimento do STF com Toffoli tem limites? Josias de Souza Toffoli torna-se matéria-prima para PF e CPI Joildo Santos TikTok valida o que favelas sempre souberam A diferença de Vasco para o Flamengo hoje em dia é enorme. Nós não estamos comentando história. Nós estamos falando do jogo de ontem. O jogo de ontem foi uma amassada, foi um domínio total, foi um massacre completo. O Vasco ficou na roda. Os caras dominaram o adversário todinho. Pô, o Vasco não viu a cor da bola. Tem diversas frases do futebol que você pode colocar nesse jogo. Foi ataque contra a defesa, só um time jogou, sabe? Se você tirasse o goleiro do Flamengo, não ia fazer diferença nenhuma, já que não foi nenhuma bola no gol. Walter Casagrande A grande maioria dos times do futebol brasileiro hoje, a diferença do Flamengo para eles aumentou muito de 25 para 26. Eu acho que a cada ano essa diferença vai ficar maior, porque o Flamengo consegue manter seus jogadores, ficou com o mesmo treinador, que é ótimo, jovem, pensamento moderno, visão de futebol incrível. Consegue colocar em prática, faz com que seus jogadores coloquem em prática aquilo que ele pensa de futebol. E é um futebol agradável, é gostoso ver o Flamengo jogar. Walter Casagrande Arnaldo: Flamengo fez uma baita primeira partida em 2026 O que surpreendeu foi que, na véspera, o Filipe Luís pegou o time, juntou a galera, amanhã tem jogo, vamos. Poupou um ou outro, Arrascaeta, e o time no aspecto físico foi surpreendente, não no aspecto técnico, a diferença técnica em relação ao Vasco, parecia que era o Flamengo que já tava jogando a sua terceira, quarta partida no ano, e era a primeira. E foi uma baita primeira partida, difícil você ter uma primeira partida assim, de um time que sobra tecnicamente, se ele tiver bem preparado fisicamente, se souber o Filipe Luís fazer revezamentos para não extenuar seus jogadores precocemente. Arnaldo Ribeiro Vasco perdeu agressividade sem Rayan, diz Arnaldo: 'Era o melhor jogador' 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Continua após a publicidade O Vasco atuou sem seu melhor jogador , certo? O Ryan tá sendo negociado. Essa é uma situação que quando eu vi o primeiro jogo do Vasco na temporada, e é uma situação que acompanha o Diniz para o bem e para o mal. O Vasco terminou a temporada, depois que o Flamengo perdeu a Copa do Brasil para o Corinthians, no Maracanã, com um time que o Diniz tinha achado. E quando o Diniz acha um time, ele insiste, repete, repete, repete até a exaustão. Mas, normalmente, quando sai alguém fundamental desse time, ele se perde. E até ele reconstruir outro, demora um certo tempo. Então, quando o Vasco perde o Rayan, além de perder o melhor jogador, ele perde boa parte da sua agressividade. Agora, o Vasco tá indo ao mercado pra tentar compensar essa perda que é irreparável. Arnaldo Ribeiro Arnaldo: Algo está muito errado com São Paulo, Corinthians e Vasco 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no A gente pode falar do adversário do Flamengo ontem e de dois outros clubes que têm potencial, se não semelhante, ao menos próximo de Flamengo e Palmeiras, que são Vasco, São Paulo e Corinthians. O estado de coisas torna ainda mais humilhante o estado atual de Vasco, São Paulo e Corinthians porque eles estão na ordem dos maiores -- eles têm popularidade, eles têm massa, eles têm arrecadação e eles são um fracasso retumbante. A gente não pode cobrar o mesmo de outros clubes do que a gente cobra de Corinthians, sobretudo, São Paulo e Vasco. São Paulo, Vasco e Corínthians estão entre os cinco mais populares do país e têm mil possibilidades, mas eles fracassam ano após ano. Então, quando a gente for falar desses três, a gente tem que ser veemente. Arnaldo Ribeiro São Paulo perdeu da Portuguesa porque Crespo 'quis assinar', diz Arnaldo 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Continua após a publicidade Ontem, o Crespo decidiu tentar colocar jogadores veteranos para ganhar ritmo de jogo junto com meninos, sem ter um recheio. Ele colocou um monte de meninos pra rechear. E o time foi um catado o tempo todo, até que, na penúltima alteração, ele encontrou um formato. Encontrou um jogador, que vem da base. O São Paulo, que não tem um meia de criação há anos e sonhou que esse cara era o Oscar, tem um menino que chama-se Pedro Ferreira. Ele entrou no segundo tempo e, numa jogada, ele fez uma coisa que um meia de criação faz, e o São Paulo não tem isso há anos -- ele meteu Calleri na cara do gol num passe completamente improvável, ele desequilibrou o jogo. Imediatamente, o Crespo, que tinha achado o time, o São Paulo ia virar, o estádio se transformou, a Portuguesa sentiu, aí o Crespo quis assinar. Arnaldo Ribeiro Veja horários das lives do UOL Esporte: Lives dos clubes: Imagem: Arte/UOL Horários dos programas: Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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