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Esporte De Diniz a Royal: quem forma time dos 'perseguidos' nos grandes do Rio Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 18/02/2026 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Emerson Royal, lateral-direito do Flamengo Imagem: Gilvan de Souza/Flamengo Com classificação ou não às semifinais do Carioca, se tem uma coisa é comum aos quatro grandes do Rio no momento é ter alguma figura perseguida/criticada ao extremo pela torcida. As torcidas de Flamengo, Fluminense, Vasco e Botafogo têm pelo menos um alvo que gera vaias e/ou xingamentos que extrapolam redes sociais e chegam às arquibancadas. 'Mania' de vaiar o lateral No Flamengo, Emerson Royal atrai as críticas. No caso dele, algumas falhas defensivas, como na derrota para o Fluminense, e erros técnicos na hora de preparar jogadas ficam marcados na cabeça do torcedor. Juca Kfouri Outra vez, Vini Jr.? E o que é ser populista Aline Sordili IA barateia, mas abre crise de credibilidade com vídeos Ronilso Pacheco Direita instrumentaliza 'família em conserva' José Fucs O recado vigoroso de Rubio para a Europa e o Ocidente Mas para Filipe Luís, o lateral-direito está sendo vaiado até mesmo por uma mera mania da torcida. "Treinou nas férias, todos os dias evolui. Fez um jogo na fase defensiva perfeito contra o Vitória. Salvou várias oportunidades. Ele está melhorando bastante. O que me deixou chateado hoje foi que parte da torcida o xingou no intervalo por pura mania, por estar na moda. Isso me corta o coração. Ele está dando a vida para poder superar as adversidades. Ele precisa de carinho porque vai render cada vez mais", defendeu o treinador. A gente vem crescendo. Tive algumas críticas, mas isso ficou no passado. Estou trabalhando, jogo após jogo, venho evoluído. A confiança que o Filipe tem em mim me ajuda muito. Mesmo quando me criticavam, ele me colocava para jogar. Hoje, mais um jogo bom do time, nos dá confiança. Emerson Royal, após a vitória sobre o Botafogo Problema com o técnico No Vasco, é o próprio técnico Fernando Diniz, o que até reduz — mas não extingue — a intensidade da cobrança sobre o atacante Brenner. Diniz foi alvo de xingamentos nos últimos jogos, diante da dificuldade de o Vasco vencer. O episódio mais recente foi na suada classificação diante do Volta Redonda, nos pênaltis, em São Januário. Diniz tenta absorver as pancadas. Continua após a publicidade "Eu aguento o que vem da arquibancada. A torcida do Vasco é diferente. Há um mês, a torcida estava gritando o meu nome. A torcida está no direito e está certa. Se o time faz o que fez no primeiro tempo, como a torcida não vai se desesperar com aquilo que está vendo?", disse o técnico do Vasco. O meia Coutinho, antes xodó da torcida, entrou para o hall de xingados, mesmo com a vaga nas semifinais do Estadual. Fernando Diniz, durante jogo contra o Volta Redonda, pelo Campeonato Carioca Imagem: Jorge Rodrigues/AGIF Vaias ao zagueiro No caso do Fluminense, nem a vitória tranquila sobre o Bangu foi motivo para poupar Freytes. O zagueiro falhou no gol de honra do adversário, errando um domínio simples na entrada da área. E não foi a primeira vez que ele protagoniza alguma bobeira defensiva. A atenção da torcida antes era dividida entre o zagueiro e Everaldo. Mas o atacante foi emprestado ao Bahia. Agora, ele é o titular que recebe as vaias no Maracanã. Continua após a publicidade Freytes, zagueiro do Fluminense, em ação contra o Bangu Imagem: MARCELO GONÇALVES/ FLUMINENSE F.C. O técnico Luís Zubeldía também tenta amenizar o clima para o argentino e cita o trabalho das duplas de zaga que já usou neste ano. "Os três zagueiros que mais jogaram foram Juan (Freytes), Jemmes e Ignácio. E estou contente com os três. Acho que o rendimento é muito mais positivo do que negativo para os três por igual. Com o Juan, há muito mais amostras, porque ele já vem jogando desde o ano passado. O Jemmes se adaptou rápido e o Ignácio vem tendo boas atuações. Então, por enquanto, os três centrais que jogaram comigo, os três zagueiros, estamos satisfeitos e eles renderam bem", disse o treinador do Flu. 0:00 / 0:00 Goleiro na berlinda E no Botafogo? O rosto da eliminação no Carioca foi o goleiro Neto, que falhou no gol de Pulgar. Continua após a publicidade 0:00 / 0:00 Ele já tinha batido roupa contra o Fluminense, pelo Brasileirão, e não caiu nas graças da torcida, apesar de ano passado ter aparecido inicialmente como substituto de John. O técnico alvinegro, Martín Anselmi, preferiu colocar o foco no coletivo e não em falhas individuais. "Quando ganhamos, ganhamos todos. Quando perdemos, perdemos todos. Essa é a minha maneira de ver o futebol. Porque, no fim de um lance, sei que foi um escanteio, precisamos entender por que houve o escanteio, por que a bola foi para trás. Em algum momento alguém perdeu a bola. É assim: ganhamos todos, perdemos todos. Não se pode apontar para um só", afirmou o argentino, único dos quatro grandes que já está sem chance de título no Carioca. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Outra vez, Vinicius Júnior? E o que é ser populista O que acontece com clientes do Banco Pleno, liquidado pelo Banco Central Por que a BlackRock, gigante global, virou dona de 5% da Marcopolo 'Problemático': advogados criticam Moraes por buscas em caso de vazamento Lula sanciona reajuste a servidores, mas veta penduricalhos acima do teto