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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: A análise foca nas conquistas e desafios da seleção brasileira, destacando pontos positivos e áreas a serem melhoradas sob o comando de Ancelotti.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: Mencionada como adversária com ritmo intenso, o time tunisiano é apresentado de forma factual, sem juízos de valor sobre seu desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como adversário complicado e de características distintas, o time senegalês é apresentado de forma objetiva, sem viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

neymar vitor roque estevao wesley alex sandro danilo matheus cunha pedro raphinha brasil vini jr carlo ancelotti tunisia ederson eder militao caio henrique paquetá douglas santos bento senegal

Conteúdo Original

Brasil 1 x 1 Tunísia | Melhores momentos | Amistoso Internacional 2025 A última impressão deixada pela seleção brasileira ao torcedor não foi das melhores, mas o saldo da última data Fifa de 2025 é positivo. Diante de Senegal e Tunísia, adversários complicados e de características distintas, o técnico Carlo Ancelotti amadureceu a ideia de jogo da equipe e obteve respostas importantes, embora não tenha sanado todas as dúvidas. Num ciclo de preparação para a Copa do Mundo minimamente organizado, o Brasil poderia chegar neste momento buscando entrosamento, confiança e fazendo observações pontuais. Não é o que acontece. Quarto treinador a dirigir a Seleção desde o Catar, Ancelotti ainda realiza testes aos montes em busca de recuperar o tempo perdido. Com tantas mudanças, é normal que o desempenho oscile. Foi assim contra o Japão, no mês passado, e também no empate em 1 a 1 com a Tunísia, nesta terça-feira. É verdade que diante dos africanos foram menos alterações no time titular entre o primeiro e o segundo jogo da data Fifa: apenas três. No segundo tempo, porém, a equipe se desconfigurou mais com as substituições e caiu de rendimento. E é importante que se diga: o início também não foi de encher os olhos. O Brasil sofreu para acompanhar o ritmo intenso dos tunisianos e demorou a entrar no jogo. Mais notícias da Seleção: + Estêvão explica não ter batido pênalti perdido por Paquetá: "Veio a ordem" + Atuações: veja quem foi bem e quem foi mal contra a Tunísia 1 de 1 Matheus Cunha e Estêvão comemoram gol da seleção brasileira sobre a Tunísia — Foto: Rafael Ribeiro / CBF Matheus Cunha e Estêvão comemoram gol da seleção brasileira sobre a Tunísia — Foto: Rafael Ribeiro / CBF Uma das novidades no time titular, o lateral-direito Wesley viveu noite ruim, errou no lance em que o adversário abriu o placar e foi substituído no intervalo. O uso de Éder Militão nessa posição ganhou força nesta data Fifa , mas ainda assim o Brasil precisa encontrar uma alternativa mais ofensiva por ali. Ancelotti já usou Paulo Henrique, Vanderson e Vitinho , mas ainda paira a dúvida sobre qual é a melhor opção. Enquanto isso, Danilo vai cavando vaga em mais uma Copa graças à sua polivalência, liderança e confiabilidade, mesmo sem ser titular do Flamengo. Outra posição em que há um titular absoluto, mas reservas que não aproveitaram as chances é a de goleiro. Ederson não foi vazado contra Senegal, mas cometeu erros jogando com os pés - em um deles, quase entregou um gol. Bento , por sua vez, esteve inseguro diante da Tunísia. O posto de goleiro reserva, no entanto, é menos preocupante do que o de lateral-esquerdo titular. Alex Sandro praticamente não foi notado no jogo de sábado. Já nesta terça, Caio Henrique ganhou a primeira chance como titular e foi razoável. Fechou espaços na defesa, participou de tabelas no campo de ataque e, se por um lado não comprometeu, por outro também não impressionou. A sete meses da Copa do Mundo essa é uma das vagas mais indefinidas na Seleção . Douglas Santos , com apenas dois jogos disputados, foi quem melhor aproveitou as chances. Grafite avalia o final de ano da Seleção Brasileira: "Achei interessante" Também há uma indefinição importante no ataque, mas essa por uma boa razão. O desempenho exuberante de Estêvão torna muito difícil a saída dele do time. Porém, também não se pode abrir mão de Raphinha , o melhor brasileiro na última temporada europeia. Quando ele estiver recuperado de lesão, quem sairá do time para ele entrar? Na única vez em que os dois atuaram juntos, contra o Chile, Vini Jr não estava. O esquema 4-2-4 parece ser o que melhor se adequou aos jogadores que o Brasil tem à disposição no momento. Sem um grande armador, Ancelotti aposta na verticalidade e na constante movimentação do quarteto de ataque para criar chances de gol. A Seleção vai melhor quando tem espaço para jogar em contra-ataque do que quando precisa abrir retrancas. Haverá momentos na Copa em que um camisa 9 de ofício será necessário, e Ancelotti ainda não tem esse jogador. Antes do Mundial do Catar, Pedro carimbou o passaporte rumo à Copa marcando num amistoso contra a Tunísia. Já dessa vez, Vitor Roque até teve bons momentos, como no pênalti sofrido - e desperdiçado por Paquetá - mas não foi o suficiente para ganhar a vaga. Pedro, Igor Jesus, Richarlison, Kaio Jorge... são muitos os postulantes a esse posto. E ainda tem a questão Neymar, que vai permear o debate da Seleção até o dia do anúncio da lista de convocados para o Mundial. O Brasil termina 2025 muito melhor e mais esperançoso do que começou. Ainda assim, Ancelotti ainda tem muito trabalho até a Copa. + CLIQUE AQUI e veja mais notícias da Seleção