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Análise dos Times

São Paulo

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Motivo: A matéria foca nas declarações do presidente do São Paulo sobre a crise no clube, com tom majoritariamente neutro ao relatar as falas.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense São Paulo Hernán Crespo Luiz Gustavo Julio Casares Carlos Belmonte Rui Costa Fernando Chapecó Nelson Ferreira Muricy Ramalho Márcio Carlomagno

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Esporte Casares fala em 'desastre' e que saídas eram 'necessárias' para o São Paulo Valentin Furlan e Gabriel Sá Colaboração para o UOL 28/11/2025 17h12 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Julio Casares (esq.) e Carlos Belmonte (dir.), em sessão de treinos no CT da Barra Funda Imagem: Reprodução / Instagram / @belmontespfc Presidente do São Paulo, Julio Casares afirmou, em entrevista coletiva nesta sexta-feira, que o clube vive um "momento desastroso" e que precisava "acelerar mudanças necessárias" no futebol. O que aconteceu Eu estou aqui hoje muito triste, um momento desastroso o jogo de ontem. As mudanças foram necessárias. Estávamos prevendo mudanças para depois do Brasileirão, mas tivemos que acelerar o processo Julio Casares, em coletiva no CT da Barra Funda A coletiva foi convocada apenas horas antes, ainda na manhã desta sexta-feira , em meio à crise no Morumbis após a goleada por 6 a 0 sofrida para o Fluminense nesta quinta-feira. O mandatário afirmou que se sente "parte integrante deste momento". Daniela Lima Moraes condena omissão da cúpula da PMDF no 8/1 Wálter Maierovitch Moraes cria desarmonia ao opinar sobre Messias Sakamoto Refit, Master: centrão pode ir à cadeia com delações Josias de Souza Perseguição a Messias desmoraliza o Senado O revés resultou nos pedidos de demissão de Carlos Belmonte e dos dois diretores adjuntos no departamento de futebol , Nelson Ferreira e Fernando Chapecó. Classificação e jogos brasileirao Casares confirmou que Rui Costa e Muricy Ramalho assumirão o comando do departamento de futebol , enquanto Marcio Carlomagno segue atuando como superintendente geral. O que mais Casares falou Parcela de culpa na crise. "Primeiro, eu me sinto parte integrante neste momento. A responsabilidade é coletiva. Presidente da Diretoria, da Comissão Técnica e dos Atletas. Em segundo lugar, eu tenho um mandato. Acho normal uma oposição fazer uma colocação política num processo democrático. Hoje eu recebi apoio da coalizão de membros da Associação. E tenho, sim, caminhos, porque tudo indica que faremos um belo balanço financeiro. O que nos dá envergadura para ter um ano de 2026, também, como já foi no passado, com competitividade". Formação do futebol. "Não teremos nenhum conselheiro [no departamento de futebol]. O futebol será comandado por profissionais. Repito, Rui Costa e Muricy. Rui Costa é o executivo e o Muricy é o coordenador de futebol, com a minha participação efetiva. E quando o CEO (Carlomagno) ajudar, ele não assume posição de diretor de futebol, ele assume posição de CEO. Em qualquer empresa, o CEO é o chefe de todos. Então, quando ele é requisitado a estar no marketing, a estar no estádio, a estar na base, como já foi o caso. Ele priorizou ações na base, agora vai priorizar aqui, onde é o cor principal de São Paulo. Onde é a razão da paixão, onde é a razão do nosso amor". Fala de Luiz Gustavo. "Bom, eu vejo com normalidade até a frustração do Luiz, que é a nossa frustração. É um grande profissional e acredito que a mensagem que mais tocou foi uma mensagem que ele não apontou a A, B ou C. É uma questão coletiva. Eu repito, nessa questão de erros coletivos, está o presidente, está a diretora de futebol, está a comissão técnica e estão os atletas. Mas agora é olhar pra frente e esperar que tudo que acontece, nós temos uma reflexão a fazer. É importante". Continua após a publicidade Saída de Carlos Belmonte. "Eu tenho pelo Carlos Belmonte convívio de cinco anos. Falei com ele hoje. Momentos bons, ruins. Sofremos eliminações grandes como o da Água Santa, o Novorizontino, ou lembrando aqui da Sul-Americana. Em nenhum momento foi colocado em dúvida aquele trabalho. O momento hoje é necessário. Uma adequação para que o São Paulo consiga se fortalecer. E a vinda do Márcio é a familiaridade dele com os aspectos de estrutura orçamentária para que ajude. Eu encaro como uma ajuda. Se vocês representam a empresa, vocês sabem que tem lá o diretor-geral, o CEO. Ele é um grande facilitador de momentos desafiadores". Futuro de Hernán Crespo. "Primeiro, eu quero dizer que contamos com o Hernán Crespo. Ele participa do planejamento de 202 das reuniões periódicas que vêm acontecendo. Sobre o Luiz, hoje o Rui atendeu ele, conversou com ele. É uma conversa interna. Quando fala que nada acontece por acaso, quando você olha e vê 15 lesionados, você vê muitas dificuldades. Eu entendo que essa falta de condição competitiva também se deu por excesso de lesões. Não é normal o que aconteceu. Mesmo o Luiz, ele sofreu uma questão de saúde, um tromboembolismo pulmonar, em que o São Paulo, a instituição, ficou do lado dele todo instante. Tanto é que ele está jogando. Graças a Deus, se eu não me engano, ele ficou seis meses parado. Não lembro aqui de cabeça, mas todos nós olhamos isso com naturalidade, confiando nos profissionais, e acredito que essa reflexão que ele fez é uma reflexão que envolve vários setores. E eu repito, são erros coletivos envolvendo o presidente, a diretoria, a comissão técnica e os atletas. Tendo essa constatação, é olhar pra frente como nós estamos fazendo". Mudanças no departamento médico. "As mudanças profundas que vão acontecer em outros campos. Hoje foi anunciada uma fase dela. Ela vai acontecer no âmbito que nós temos no futebol. E não vai ser anunciada agora, claro, mas nós vamos ter que caminhar para isso. Vocês que conhecem o CT, houve um investimento muito grande na estrutura. Bestiário, refeitório, refis, academia, campos, etc. Então agora nós precisamos investir na assertividade dos profissionais, da ciência, da tecnologia. Então esse é um aspecto que vai premiar. E aí entra a participação do CEO. O CEO é um homem de gestão. Ele tem que trazer a baila a essas condições. Agora, sobre o Belmonte, questões políticas, eu digo o seguinte. A coalizão que ele faz parte já determinou um cronograma. E nós vamos definir um debate. A partir de março, em junho, escolheremos um nome. Ele tem a liberdade de ter a sua pretensão. Acho que é um processo normal, eu entendo com normalidade. Eu me lembro que quando eu fui candidato, eu fui alçado a candidato pela coalizão em junho, antes da eleição. Acho que é um prazo bastante razoável". Erros da gestão. "Primeiro, é difícil você enumerar erros. Acho que o erro do presidente foi delegar, como sempre deleguei, e sentir que o planejamento teve falha. Eu me coloco dentro dele, e é um processo que também não joga responsabilidade na área de futebol. Eu repito, erro coletivo. 2024 já foi um ano difícil. Entretanto, nós disputamos contra o Botafogo um grande jogo. Aquilo nos acendeu que poderíamos estar num bom caminho. Fizemos alguns, colocamos alguns reforços que tiveram a infelicidade de contusões. Então, é nessa linha que eu acho que nós erramos, no sentido de que com o calendário nós poderíamos ter reforços outros. Mas, eu não gosto de individualizar, eu não gosto de apontar". Possível candidatura de Belmonte. "Quando você fala que um diretor de futebol é um candidato natural, às vezes sim, às vezes não. Na história do São Paulo tem isso. Não sou contra a nenhuma candidatura, e também não sou a favor de nenhuma. Eu acho só que o momento é precoce para a candidatura. Meu Deus, nós temos um ano, um processo desafiador ano que vem. Não dá pra se falar em candidatura. E foi estabelecido, inclusive com a assinatura dele, um cronograma. Março se discute, e em junho nós vamos definir. E a definição será de um conjunto de pessoas que, bem ou mal, fizeram um trabalho muito bom. Nós não podemos esquecer, e eu agradeço os três diretores, Carlos Belmonte, Chapecó, Nelsinho. Todos contribuíram, eu quero agradecer aqui o trabalho. E nós fomos campeões três vezes, vice-campeões duas vezes. Ganhamos uma copinha. Acho que a base, inclusive, tem que fazer uma melhor adequação nesse processo de transição dos profissionais de lá pra cá. Então, é uma resposta que eu te dou de forma ampla, e digo, reitero, eu não tenho candidato A, B ou C. E tudo tem uma conotação e uma ilação que não é feliz. Se um CEO que é profissional remunerado vem aqui pra colaborar, não significa que ele é candidato". Ano ruim. "Claro que foi um ano ruim, ruim, acentuado pelo resultado desastroso de ontem. Acentuado, né? Eu me lembro que quando nós estávamos ainda com outro treinador, um cara sério, no meu dia, muitos articulistas diziam, São Paulo é candidato ao rebaixamento. Eu lia isso. E o São Paulo deu uma reação. O Jair está em oitavo lugar, com dificuldade. A dificuldade agora é o resultado de ontem, potencializou inclusive a antecipação de processos. E isso é bem claro. E não é responsabilidade individualizada. Eu estou aqui hoje fazendo a minha culpa também. Isso é importante. Nós temos que discutir isso. E eu acredito muito na unidade. Hoje eu conversei muito com o Belmonte, com os outros diretores, e nós temos um caminho de união forte e estabelecido. E 2026 é desafiador. Onde a união dos São Paulinos, ela será muito importante no processo. Nós temos hoje um quadro de um balanço futuro promissor. Nós temos contratos até 2030, alguns outros até 2034, que nos dá recebíveis importantes. Então, São Paulo, ele tem um desafio agora de retomar. Eu me lembro que em 21 nós fomos campeões paulistas com o á. Depois do segundo semestre eu peguei Covid, ele pegou Covid. Nós claudicamos o brasileiro, aí o Rogério Ceni chegou e reagiu. Nós temos que olhar o futebol com essa dinâmica". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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