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Análise dos Times

Ponte Preta

Principal

Motivo: O artigo foca amplamente nos problemas financeiros, de gestão e esportivos da Ponte Preta, detalhando as saídas de jogadores e o desempenho negativo.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: Mencionado apenas pelo resultado do jogo, sem aprofundamento em sua análise.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Sem Elvis, mas com reforços, Ponte Preta perde para o São Bernardo A ação de Elvis cobrando R$ 8 milhões da Ponte Preta na Justiça e pedindo a rescisão de contrato por falta de pagamento simboliza o ápice de uma crise que se agravou no início de 2026. Desde o início da pré-temporada, em dezembro, o clube acumula 12 saídas de jogadores - mais de um time completo, reflexo direto dos problemas financeiros, do transfer ban e da instabilidade institucional vivida no Moisés Lucarelli. + ge Ponte Preta no WhatsApp; clique aqui para seguir! A baixa mais recente foi de Bruno Lopes, que aceitou a proposta do North , onde vai atuar ao lado de Serginho, outro remanescente do elenco campeão da Série C de 2025 que deixou o Majestoso. Além deles e de Elvis, os volantes Luiz Felipe (Náutico) e Léo Oliveira (Juventude) e o atacante Jeh (negociando Göztepe, da Turquia), também campeões da Série C, foram embora do Majestoso com a preparação em andamento ou até mesmo após o início do Paulista. 1 de 3 Elvis entrou com ação pedindo a rescisão contratual com a Ponte — Foto: Anderson Romão/AGIF Elvis entrou com ação pedindo a rescisão contratual com a Ponte — Foto: Anderson Romão/AGIF A Macaca também perdeu seis reforços contratados para 2026 que sequer estrearam. Foram os casos dos zagueiros Wallace e Walisson Maia, dos laterais Gabriel Inocêncio e Bryan Borges, do volante Lucas Cunha e do atacante Herbert, todos desligados em meio à espera pela derrubada do transfer ban e ao desgaste gerado pela falta de registros. VEJA TAMBÉM: + De saída da Ponte, Elvis interessa ao Guarani; saiba mais + Análise: rebaixamento parece um destino inevitável para a Ponte A debandada desde o início da pré-temporada escancara o impacto da crise no planejamento esportivo. A saída de Elvis, um dos principais líderes do elenco, representa mais um golpe em um início de ano já marcado por turbulência dentro e fora de campo. Apesar das baixas, sete reforços optaram pela permanência: o goleiro Thiago Coelho; os zagueiros David Braz e Lucas Cunha; o lateral-direito Lucas Justen; o volante Tárik; o meia Cristiano; e o atacante Vitor Pernambucano. 2 de 3 Elvis e Jeh, referências da equipe nos últimos anos, deixaram o clube — Foto: Marcos Ribolli/ PontePress Elvis e Jeh, referências da equipe nos últimos anos, deixaram o clube — Foto: Marcos Ribolli/ PontePress As contratações só puderam ser registradas para a quarta rodada do Paulistão após a Ponte derrubar um transfer ban na CNRD (Câmara Nacional de Resoluções de Disputas) da CBF, pagando R$ 1,9 milhão referente a acordos não honrados, e outro na Fifa, quitando R$ 600 mil de uma condenação por dívida envolvendo o mecanismo de solidariedade. Antes, quando as punições estavam em vigência, a Ponte chegou a ter apenas 10 jogadores à disposição entre os inscritos na lista principal, precisando recorrer às categorias de base para completar o elenco nas primeiras três partidas - derrotas para Corinthians (fora), Velo Clube (casa) e Capivariano (fora). Já com os reforços regularizados, e cinco deles como titulares (David Braz, Lucas Cunha, Tárik, Cristiano e Vitor Pernambuco), a Macaca perdeu para o São Bernardo por 1 a 0 na última quarta-feira, no Majestoso. 3 de 3 David Braz estreou pela Ponte em 2026 — Foto: Júlio César Costa/PontePress David Braz estreou pela Ponte em 2026 — Foto: Júlio César Costa/PontePress Se o transfer ban caiu, as pendências financeiras persistem junto a elenco, comissão técnica e outros profissionais. Os salários atrasados que se acumulam desde 2025 levaram os jogadores a realizar uma paralisação dos treinos por quase duas semanas durante a pré-temporada. Na oportunidade, a nota divulgada pelos atletas diziam que alguns estavam há sete meses sem receber. A diretoria chegou a iniciar o pagamento das pendências, mas a dívida ainda gira em torno de R$ 2,5 milhões para quitar a situação. + CLIQUE AQUI e leia mais sobre a Ponte Ponte Preta perde quarto jogo seguido no Paulistão 2026 Dentro de campo, os reflexos são evidentes. Com quatro derrotas em quatro jogos e nenhum gol marcado, a Ponte ocupa a lanterna do Campeonato Paulista e está cada vez mais ameaçada pelo rebaixamento para a Série A2. Restam apenas quatro jogos para o encerramento da primeira fase. A tabela alvinegra ainda inclui confrontos contra Noroeste (casa), Guarani (fora), Portuguesa (fora) e São Paulo (casa). Internamente, a avaliação é de que serão necessários de sete a oito pontos para garantir a permanência na elite estadual.