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Opinião Futebol Casagrande: 'Esses espetáculos grandiosos encobrem a realidade da seleção' Do UOL, em São Paulo 02/06/2026 09h56 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Os eventos "grandiosos" em torno da seleção brasileira podem criar "universos paralelos" que distorcem a realidade do time em campo, avaliou Walter Casagrande no UOL News Esporte , do Canal UOL. Ao comentar a exposição de marca e ações de marketing desde a convocação, o ex-jogador disse que o que decide a Copa é a bola rolando. Para Casão, hoje, o Brasil não chega no mesmo patamar das principais seleções. Hoje em dia, o futebol no geral, mas principalmente agora, a Seleção Brasileira indo pra Copa do Mundo, existe alguns universos. O universo real, que é esse que o Rodrigo tá falando: a Seleção Brasileira não tem nem um time titular definido, perdeu um ciclo inteiro. Na prática mesmo, que é o que interessa, com a bola rolando, o jogo, porque a Copa do Mundo não é disputa de patrocínio, eu coloco Espanha, França, Argentina, Portugal como as seleções mais fortes no momento. E depois, tem o Brasil, mesmo patamar que a Alemanha pode surpreender, mas não chegam como favoritas. Casagrande José Roberto de Toledo Trump faz Pix eleitoral e entrega bandeira a Lula José Paulo Kupfer Trump usa comércio para camuflar objetivo no Brasil Milly Lacombe O que queremos da seleção brasileira? Casagrande Leila faz 'cortina de fumaça' por interesses no Palmeiras Na avaliação do comentarista, existe também um ambiente alimentado por redes sociais e por personagens que "falam aquilo que os outros querem ouvir". Ele apontou que isso reforça a sensação de grandeza, mesmo quando o rendimento recente não sustenta o rótulo de favorito. Tem diversos universos no futebol hoje. Infelizmente, eu falo infelizmente porque, na prática mesmo, se distorce muito a realidade. E esses espetáculos grandiosos encobrem a realidade. O universo real, ele vai ficando pequenininho e vão crescendo universos paralelos que não é real, que não tem nada a ver com aquilo que vai acontecer. Casagrande Rodrigo Mattos ressaltou que a seleção tenta se reafirmar num momento em que "está em baixa" e lembrou que os contratos de patrocínio criam "necessidade de entrega" e ajudam a explicar a escala dos eventos. Já Casagrande reforçou que o termômetro vai aparecer na rotina da Copa, quando o grupo entrar no hotel e começar a conviver com a pressão do torneio. "Ali é a prática", resumiu, ao dizer que o Brasil hoje corre atrás de seleções que chegam mais prontas. Veja horários das lives do UOL Esporte Imagem: Arte/UOL Continua após a publicidade Imagem: Arte/UOL Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Diretor detona Val Kilmer: 'Pior ser humano que já conheci' Trump usa comércio para camuflar objetivo de interferir nas eleições EUA citam Pix 20 vezes no documento do novo tarifaço contra Brasil Governo vê margem para redução de taxas, mas diz que Pix é inegociável Vice-prefeito acidentado após fugir da polícia é preso em Santa Catarina