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Análise dos Times

Italia

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Motivo: O artigo foca na renúncia do presidente da federação e na demissão de Buffon devido aos 'fiascos' da seleção italiana em Copas do Mundo e Eurocopa, com críticas explícitas.

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Futebol Presidente da Federação Italiana renuncia, e Buffon pede demissão 02/04/2026 13h44 Deixe seu comentário Gabriele Gravina renuncia ao cargo de presidente da Federação Italiana de Futebol Imagem: REMO CASILLI Presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina apresentou, hoje, sua renúncia, após novo fiasco da seleção, que está fora da Copa do Mundo pela terceira edição consecutiva, anunciou a entidade em comunicado. Gravina "informou aos membros do conselho que havia apresentado sua renúncia ao mandato que lhe foi confiado em fevereiro de 2025 e que havia convocado uma assembleia extraordinária para o dia 22 de junho em Roma", disse a FIGC em nota. O dirigente também é vice-presidente da Uefa e figura próxima ao presidente da confederação europeia, Aleksander Ceferin. Gravina, de 72 anos, estava à frente da FIGC desde 2018, quando a Itália ficou fora da Copa da Rússia. A tetracampeã mundial também não se classificou para o torneio no Qatar, em 2022, e para edição deste ano, na América do Norte (11 de junho a 19 de julho). Letícia Casado Equipe de Flávio se antecipa a ofensiva do PT Sakamoto Air Vorcaro usava jatinhos para amaciar autoridades Josias de Souza Messias capricha na dança para atrair oposição Nelson de Sá Brasil mira agenda chinesa com Portinari e Niemeyer Sob sua gestão, a Itália foi campeã da Eurocopa em 2021, mas não conseguiu se classificar para duas Copas do Mundo (2022 e 2026) e caiu na última Eurocopa, em 2024, nas oitavas de final, marcando a pior campanha em um torneio continental. Gravina, ex-empresário e ex-presidente de um pequeno clube da região dos Abruzos que chegou a disputar a Serie B, estava sob pressão desde a derrota da Itália na terça-feira. Na tentativa de se antecipar aos pedidos de sua demissão, o dirigente convocou um conselho imediatamente após a partida em Zenica para "fazer um balanço e realizar avaliações" de sua gestão. No entanto, o ministro dos Esportes da Itália Andrea Abodi pediu a saída ao considerá-lo como o principal responsável pelo que a imprensa italiana chamou de "terceiro apocalipse". "O futebol italiano precisa ser refundado e esse processo deve passar por uma renovação na diretoria da FIGC", exigiu Abodi. Buffon pede demissão O nome de Giovanni Malagò, ex-presidente do Comitê Olímpico Italiano e do comitê organizador dos Jogos de Inverno de 2026 em Milão-Cortina, é o mais mencionado para assumir o comando do futebol italiano, que atualmente atravessa grave uma crise. Continua após a publicidade Relacionadas Itália mira Guardiola para liderar reconstrução até a Copa de 2030, diz jornal Ministro pede 'renovação na liderança' da Federação Italiana após 3ª queda Rede de fast food mantém Itália entre os lanches da Copa por pedido dos fãs Até o dia 22 de junho, o técnico da 'Azzurra', Gennaro Gattuso, contratado em junho de 2025, também deve deixar o cargo, segundo a imprensa italiana. O ex-goleiro Gianluigi Buffon pediu demissão da função de gerente-geral da seleção. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Transmissão ao vivo de Santos x Remo pelo Brasileirão: veja onde assistir Nova Lei da Nacionalidade pode afetar portugueses que vivem no Brasil? Virginia usa microbiquíni em sauna durante viagem à Espanha Economia prejudicada une 40 países para liberar o Estreito de Hormuz Neymar volta no Santos contra o Remo, mas Gabigol segue fora; veja times