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O noticiário do Corinthians começou com uma notícia que devolve uma peça importante ao tabuleiro: Yuri Alberto encerrou a transição física e voltou a treinar sem restrições, com possibilidade de reforçar a equipe diante do Internacional. O retorno chega em hora de urgência: são seis derrotas consecutivas no Brasileiro e apenas três pontos de distância da zona de rebaixamento. Rodrigo Garro, líder em jogos na temporada ao lado de Hugo Souza, também tenta reencontrar o protagonismo sob o comando de Fernando Diniz. [ , , ] Fora de campo, o Corinthians vive a novela dos espaços na camisa. A Fatal Model ofereceu R$ 120 milhões por um ano de patrocínio máster, mas ainda avalia os próximos passos, enquanto as cifras das casas de apostas seguem como um adversário difícil de alcançar. E a Fatal Fans, patrocinadora do calção, está no centro de uma disputa judicial: o clube diz que cumprirá a determinação de suspender a divulgação e, segundo relatos, pretende recorrer. [ , , , ] Mas o grande relógio do dia bate na decisão feminina: o Corinthians vai ao Morumbis precisando virar a final depois da derrota por 2 a 1 na ida. O São Paulo joga pelo empate; para erguer a taça no tempo normal, as Brabas precisam vencer por dois gols. Gabi Zanotti e Giovanna Crivelari, protagonistas do primeiro capítulo, voltam a dividir os holofotes, enquanto a cobertura também aponta o peso da crise política e financeira sobre o futebol feminino corintiano. [ , , , , ] Entre as lembranças que atravessaram o presente, Cássio revisitou dois capítulos marcantes: a defesa contra Diego Souza, treinada tantas vezes que, segundo ele, já parecia ensaiada, e a depressão que enfrentou antes de deixar o Corinthians. O goleiro também recordou a mobilização corintiana na final do Mundial de Clubes de 2012, com dezenas de milhares de torcedores em Yokohama — memória de uma Fiel que atravessou o mundo e ainda ecoa. [ , , , ] O dia ainda abriu espaço para balanços e projeções: Sylvinho defendeu a relevância do quinto lugar conquistado em 2021, enquanto Willian falou sobre o futuro longe do futebol brasileiro. E Fernando Diniz aposta na força mental de Breno Bidon — característica que também enxerga em Bruno Guimarães — como ferramenta para crescer em meio à pressão. Entre a urgência da tabela, a batalha por patrocínios e uma final que pede reação, o Corinthians terminou o dia com mais perguntas do que respostas, mas com a chance de transformar a próxima partida em ponto de virada. [ , , ]