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Foi um dia de tensão no reino da bola azul quando Vasco viu o dia girar em torno da SAF, centro de uma disputa entre clube e investidores. A 777 Carioca entrou com uma interpelação judicial para impedir a venda da SAF ao empresário Marcos Lamacchia, alegando ilegalidade da operação e buscando preservar seus direitos. [fonte 1] . No documento, a 777 afirma que, restaurados os efeitos do contrato, realizará os aportes suspensos pelo Poder Judiciário; a ação também aponta que Marcos Lamacchia negocia sem ciência dos fatos e que isso caracterizaria má-fé. [fonte 1] . O Vasco, por sua vez, sustenta que a participação acionária é menor do que a apresentada pela 777: enquanto a americana alega 70% (com 39% subscritas), o clube afirma ter apenas 31% das ações, o que, segundo o clube, inviabilizaria qualquer veto à revenda. [fonte 1] . Josh Wander, sócio-fundador da 777 Partners, visitou o Vasco, registrado em fotos divulgadas pelo clube e pela imprensa. [fonte 1] . Desde 15 de maio de 2024, os efeitos do contrato entre o Vasco e a 777 Partners estão suspensos, e a gestão da SAF ficou com o clube associativo; a 777 Carioca recorre da decisão, ainda sem sucesso. [fonte 1] . Na agenda extra-campo, Medellín aparece como rival do Vasco em pauta, mas não terá público na Sula por questões de confusão envolvendo Flamengo, destacando o clima tenso que envolve o dia. [fonte 1] . Entre os argumentos da 777, está o seguro-garantia oferecido ao Vasco para devolver o controle da SAF, uma peça que o clube afirma ter sido apresentada, mas ignorada. [fonte 1] . O dia também abre espaço para o peso do calendário: o jogo contra o Atlético-MG ganha importância na órbita do drama, com o mundo vascaíno observando cada movimento da SAF. [fonte 1] .