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Análise dos Times

Motivo: O artigo foca na visão do técnico Ancelotti sobre a seleção brasileira, seus planos táticos e a escalação de jogadores, com um tom de expectativa e confiança em suas decisões.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Mencionada apenas como adversária na Copa de 1994, sem análise de viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como adversário, com foco nas qualidades do time, mas sem um viés claro.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Carlo Ancelotti Éder Militão Romário Vinícius Jr. seleção brasileira Senegal Bebeto Copa do Mundo de 1994

Conteúdo Original

Esporte Futebol Seleção Brasileira Solidez defensiva e Copa de 1994: Ancelotti explica Militão na lateral Thiago Arantes Colunista do UOL, em Londres 14/11/2025 07h47 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A presença de Éder Militão na lateral-direita deve ser a maior novidade da seleção brasileira contra Senegal, às 13h (horário de Brasília) de sábado, em Londres. Nesta sexta-feira, o técnico Carlo Ancelotti explicou a decisão em entrevista coletiva. "O Militão tem um perfil diferente do outro lateral direito, como pode ser o Wesley, como pode ser o Vanderson. Obviamente, eu vou pedir a ele, se jogar nessa posição, diferentes maneiras de jogar, comparando-o com os outros. É uma opção que podemos ter na Copa do Mundo, que dá mais solidez ao time lá atrás", afirmou o treinador. Ancelotti citou a Copa do Mundo de 1994 como exemplo de grupo vencedor. Ele estava na comissão técnica da Itália que perdeu aquela final para a seleção comandada por Carlos Alberto Parreira e usou o forte sistema defensivo como um modelo a ser seguido. Josias de Souza Paixão de Eduardo pelo irracional é correspondida Juca Kfouri Neymar, maior desperdício de talento que eu vi na vida Mônica Bergamo Flávio Bolsonaro avança para disputar Presidência Marco Antonio Sabino Por que as igrejas e templos não pagam IPTU? O Brasil à época tinha laterais que apoiavam muito - Jorginho, Cafu, Branco e Leonardo. Mas a comparação de Ancelotti foi mais em relação à estrutura da equipe brasileira como um todo. "Eu me lembro do Mundial de 1994, quando a equipe era muito sólida, com os dois volantes, com a equipe muito fechada atrás, com duas linhas muito juntas, e depois com o Romário e Bebeto na frente para marcar a diferença. Eu acho que é um aspecto muito, muito importante também para o próximo Mundial", afirmou. O que mais Ancelotti disse Qual o sistema de jogo contra Senegal "O que posso dizer é que vamos manter o mesmo sistema do último jogo que jogamos contra a Coreia. Todas as vezes que a equipe jogou com o doble pivote, as coisas saíram bem. Agora esse é o sistema melhor, na minha opinião, porque temos jogadores muito fortes na frente. Mas não temos que descartar outro sistema que pode ser um pouco menos ofensivo, mas mais sólido atrás". Jogo contra Senegal e Tunísia Continua após a publicidade "Tenho a ideia do planejamento contra a Tunísia no segundo jogo. Temos que ver como sai o jogo de amanhã, que é um jogo muito importante para nós, contra uma equipe que tem muitas qualidades individuais, que tem muito boa organização defensiva e ofensiva, com jogadores que têm muita experiência. Depois, o jogo contra a Tunísia vai tentar colocar a melhor escalação para continuar melhorando e aprendendo, para melhorar o que podemos melhorar e estar prontos para a Copa do Mundo. Até agora estou feliz com o que o time fez e também com os erros feitos. Se cometer um erro agora, você pode aprender para melhorar e estar mais preparado para a Copa do Mundo. Se você erra na Copa do Mundo, é provável que você vá para casa". Conversa com Vini Jr "Eu quero falar com todos para conhecer o pensamento do jogador. Em tema de tática também. Eu acho que com os jogadores você tem que falar e perguntar sobre o que você quer fazer. E que os jogadores pensam sobre essas coisas, porque é muito importante. Na minha carreira, muitos jogadores me dão ideias a nível tático para que o jogador seja confortável na posição. Isso é um aspecto muito importante. Eu nunca vou forçar um jogador a jogar na posição que eu quero. Eu quero colocar um jogador na posição que ele esteja mais confortável. Com o Vinícius, não era isso o tema. Um outro tema, mas a nível pessoal e não tático, nesse sentido". O que mudou em seis meses trabalhando na seleção "Para mim foi uma boa experiência, porque, obviamente, quando eu cheguei a parte de preparar os dois jogos para qualificar a seleção para a Copa do Mundo, depois eu tinha um pouco de dúvida, no sentido de que eu não estou acostumado a trabalhar de vez em quando. Eu trabalhava todos os dias. Agora é diferente, é muito bom para mim. É um trabalho diferente, porque é um trabalho de observação. A observação foi muito boa, eu tenho a oportunidade de trabalhar em um muito bom ambiente, de conhecer outro país. O Brasil é um país fantástico, a recepção no país foi espetacular. Eu me encontro muito bem, estou muito feliz e muito satisfeito, tendo em conta que é objetivo para que nós trabalhemos nesses seis meses, é muito, muito importante. Para nós, mas para todo o país. Então, trabalhamos com motivação grande, com confiança, com a ideia de poder ganhar". Quem vai para a Copa? Continua após a publicidade "Faltam seis meses para a Copa do Mundo. Podem acontecer muitas coisas, lesões, baixar um pouco a condição física dos jogadores. A ideia que eu tenho da escalação final, da equipe final, é bastante clara. Faltam algumas posições. Obviamente, tem luta entre os jogadores. O corpo técnico tem que observar até o último, porque eu acho que até o último dia eu tenho dúvida nesse sentido, porque a qualidade dos todos esses jogadores é muito alta e escolher a escalação final dos 26 que vão jogar na Copa do Mundo vai ser muito difícil". Ambiente do time "Eu estou encantado dos jogadores que estão aqui agora, que estão aqui. Porque eu acho que eles fazem, todos juntos, um bom ambiente. Um bom ambiente de relação, um bom ambiente dentro da seleção. Eu acho que o ambiente na seleção é muito limpo. Para o que fazem os jogadores, obviamente, todos os que trabalhamos aqui. Eu acho que é um aspecto muito importante que temos que ter em conta para a Copa do Mundo. Um ambiente limpo é muito bom, vai ser muito bom, porque em um ambiente limpo você pode trabalhar a seu máximo nível". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Trump reduz tarifaço de produtos agrícolas como café, carne bovina e frutas Ex-presidente do Palmeiras detalha papo com Abel sobre vaias de torcedores Paixão de Dudu Bolsonaro pela irracionalidade é correspondida Cidade de SC com 39 praias passa a cobrar taxas de até R$ 191 de turistas Longevidade também está no prato: o que comer e evitar para viver mais