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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O artigo foca na experiência do jogador na seleção, com relatos sobre a relação com técnicos e líderes.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O time é mencionado apenas como o clube atual do jogador, sem análise de desempenho ou contexto adicional.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Casemiro Carlo Ancelotti Paraguai Marquinhos Equador selecao brasileira Alexsandro Lille

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Alexsandro lembra cobrança de Casemiro na seleção: 'Fui no psicólogo' Yara Fantoni Colunista do UOL 24/04/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Embora tenha sido uma surpresa nas primeiras convocações de Carlo Ancelotti à frente da seleção brasileira, o zagueiro Alexsandro, do Lille, perdeu espaço na Amarelinha, mas ainda sonha com uma vaga na Copa do Mundo. Em entrevista ao Fala Aí - Especial de Copa, programa do Canal UOL que vai ao na próxima segunda-feira (27) , o defensor relembrou seus primeiros treinamentos na seleção, ouvindo as orientações e cobranças dos líderes Marquinhos e Casemiro — este último mais "casca-grossa" e com um tom mais elevado de responsabilidade. Foram cinco dias de treino e, na minha cabeça, eu não ia jogar logo de cara, entendia que tinha que respeitar os titulares. Durante o treino, vi que estava fazendo muita dupla com o Marquinhos. Não podia deixar o nervosismo tomar conta, tinha que chegar junto e fazer o mesmo que eles. Tive que me impor, quebrar minha vergonha. Sou tímido, ainda mais na seleção. Concordava com tudo o que o Marquinhos falava, e principalmente o Casemiro. Alexsandro, zagueiro do Lille, ao Fala Aí - Especial de Copa Daniela Lima STF morde isca da direita e alimenta 'agenda ética' Casagrande A Fifa não liga para Estêvão e Yamal Josias de Souza Correios provam que inferno existe Ronilso Pacheco Resposta de Gilmar a Zema expõe preconceitos Tive uma experiência lega com os dois, principalmente com o Casemiro, tive que ir no psicólogo umas 10 vezes lá. Ele é casca-grossa, nunca vi igual ele. Muito responsável, é o boss [chefe] do time, o capitão que mete a cara para defender todo mundo, para apoiar quando tu erra, está ali o tempo todo. Na minha estreia foi assim, antes de começar o jogo ele já falando um monte na minha orelha. Minha cabeça à milhão e ele falando. Alexsandro Alexsandro, zagueiro do Lille, em entrevista ao 'Fala Aí - Especial de Copa', programa do Canal UOL Imagem: Reprodução/Canal UOL A estreia pela Amarelinha, contra o Equador, foi melhor do que o esperado. Jogando como titular ao lado de Marquinhos, Alexsandro fez uma atuação sólida no jogo que terminou 0 a 0, pela Eliminatórias, e também marcou a estreia de Ancelotti no comando do Brasil. Mesmo nervoso por fazer seu primeiro jogo com a seleção, Alexsandro conseguiu se concentrar e passar uma boa impressão, ainda mais por ter sido uma surpresa nunca antes convocada por nenhum técnico do Brasil. Quando entra no túnel, você vê tudo, começa a lembrar do que passou, mas ainda tem que manter a consciência. Eu soube que ia jogar um dia antes só, o Ancelotti mostrou os titulares no vídeo. Quando vi, liguei para todo mundo. Chegou no túnel, aquele misto de sentimento: alegria, orgulho, medo e nervosismo, e eu tentando controlar tudo isso para poder concentrar no jogo. Após sua estreia, Alexsandro ainda foi titular na partida contra o Paraguai e foi convocado por Ancelotti em mais uma data Fifa. No entanto, uma lesão na coxa o fez ficar fora por meses, perdendo espaço. De volta à ação, o zagueiro tentará recuperar o prestígio com o comandante para, quem sabe, se garantir na Copa do Mundo — a convocação será anunciada no dia 18 de maio. Continua após a publicidade Relacionadas Kaio Jorge se inspira em Ronaldo e fala italiano com Ancelotti na seleção Caio Henrique revela o que Ancelotti cobra para os jogadores irem à seleção Marquinhos relembra jogo contra a Croácia: 'Doeu muito, mas hoje não mais' "Ninguém me conhecia" Além do nervosismo que vivia consigo mesmo na estreia, Alexsandro também foi desconfiado por boa parte da torcida brasileira, que nem sequer conhecia o jogador do Lille. O zagueiro compreendeu a desconfiança e sabia que uma boa atuação na estreia seria necessária para conquistar o torcedor. Era minha estreia, então tinha muita coisa em jogo, muitas dúvidas. Ninguém me conhecia, ninguém sabia qual era o clube que eu jogava. Eu agi naturalmente. A grande maioria dos brasileiros só conhece o PSG, o Monaco, o Lyon, e o Lille bem pouco. Tentei agir da melhor maneira possível porque, querendo ou não, estar no meio de todos aqueles jogadores causa muito estresse. Se você não controlar mentalmente, se perde, e eu não queria me perder, queria deixar meu nome na seleção. O bom desempenho no jogo contra o Equador fez com que os brasileiros não ficassem tão 'pé atrás' com o zagueiro, que passou a receber o carinho da torcida. Depois daquele jogo, todo o povo brasileiro me mandando mensagem, foram pesquisar mais, conheceram minha história. Eu tinha uns 50 mil seguidores e, depois do jogo, tinha 300 mil. Muitas mensagens, todo mundo me apoiando. Continua após a publicidade O episódio do Fala Aí - Especial de Copa com Alexsandro vai ao ar na próxima segunda-feira (27), no Canal UOL e no YouTube do UOL Esporte. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Yara Fantoni por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Barriga definida aos 60 anos: o que comer e fazer para manter os músculos Justiça condena SP a pagar R$ 200 mil a pais de morto com 11 tiros por PM Alimentos que ajudam a combater a gordura visceral, segundo a ciência Faz diferença para saúde dormir com a porta aberta ou fechada? 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