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Foi mais que uma definição de palco: foi a celebração da energia vascaína que envolve o confronto com o Corinthians. Fernando Diniz afirmou que prefere o Maracanã pela atmosfera, pela presença de torcedores e pela condição do gramado que ajuda o time a impor seu estilo no jogo decisivo [fonte 1] [ ]. No campo, o Vasco mostrou a cara da noite: mesmo perdendo por 1 a 0 no Maracanã, avançou nos pênaltis graças às duas defesas de Léo Jardim (John Kennedy e Canobbio) e ao pênalti decisivo de Puma Rodrigues [fonte 1] [ ]. A pauta do dia não ficou só no campo: diretoria, jogadores e torcida discutiram o palco ideal, com o consenso voltando-se ao Maracanã por energia, gramado e pela promessa de encher a casa. Pedrinho falou com a turma e Fernando Diniz endossou, consolidando o Maracanã como escolha da maioria; a decisão pareceu coletiva, não apenas técnica [fonte 6] [ ]. A cobertura também mergulhou no aspecto das análises: Alicia Klein questionou se houve ajuda da CBF aos chamados 'azarões' e traçou o cenário de um mata-mata imprevisível que expôs a força de Vasco e Corinthians na decisão [fonte 5] [ ]. Na prática, as semifinais ficaram marcadas pela definição nos pênaltis: Vasco e Fluminense, Corinthians e Cruzeiro avançaram, mantendo viva a tradição de drama do torneio e abrindo caminho para a final no Maracanã, cenário que já dominava as rodas de debate [fonte 3] [ ]. Enfim, o dia confirmou o Maracanã como palco imponente da decisão da Copa do Brasil, prometendo uma final que já respira na memória da torcida vascaína [fonte 6] [ ].