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Opinião Esporte Golaço da CBF: profissionalizar arbitragem é proteger e qualificar árbitro Andrei Kampff Colunista do UOL 27/01/2026 18h20 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A situação atual da arbitragem no futebol brasileiro é de evidente desamparo institucional. Árbitros atuam sob cobrança máxima, exposição pública intensa e pressão psicológica permanente, mas sem um regime jurídico claro que lhes assegure estabilidade mínima, proteção trabalhista e segurança previdenciária. Exige-se profissionalismo em decisões, preparo físico e disponibilidade integral, enquanto o modelo de vínculo permanece frágil, precário e juridicamente ambíguo. Esse cenário não é novo. Em 2020, eu já escrevia que a profissionalização da arbitragem era urgente - não como slogan, mas como necessidade estrutural. Naquele momento, o alerta era direto: o futebol havia se transformado em indústria bilionária, enquanto a arbitragem seguia tratada como atividade acessória, sem amparo compatível com o grau de responsabilidade envolvido. O anúncio da CBF, feito pelo presidente Samir Xaud, ao iniciar um modelo de contratação de árbitros profissionais, com metas progressivas para 2026 e 2027, representa um avanço institucional relevante. Não é solução mágica nem elimina erros. Mas reconhece algo elementar do ponto de vista jurídico: arbitragem é trabalho, e trabalho exige vínculo, direitos, deveres e proteção. Daniela Lima Ação de Caiado reflete descrença em Flávio Alexandre Borges O Holocausto retórico que o governo Lula promove José Paulo Kupfer Corte dos juros pode ter tamanho maior Nelson de Sá Míssil da Coreia do Norte é alento a premiê do Japão Os caminhos estavam indicados: dedicação exclusiva, formação contínua, critérios objetivos de avaliação, contratos formais e proteção institucional ao árbitro. Do ponto de vista legal, isso reduz insegurança, riscos de litígios e a instabilidade que hoje contamina a credibilidade das competições. Mas faltava açao, corgem, efetividade. Por que as federaçoes não fazem o mesmo? A profissionalização, porém, não pode se limitar à formalização contratual. Ela precisa vir acompanhada de governança, transparência e respeito efetivo às garantias trabalhistas, sob pena de apenas modernizar o discurso e manter o improviso. É justo reconhecer: a CBF acerta ao colocar o tema na agenda estrutural do futebol brasileiro. Depois de anos defendendo que esse passo era necessário, a esperança - realista - é que essa decisão marque o início de dias melhores para a arbitragem e para a segurança institucional do esporte. Nos siga nas redes sociais: @leiemcampo Este conteúdo tem o patrocínio do Rei do Pitaco. Seja um rei, seja o Rei do Pitaco. Acesse: www.reidopitaco.com.br . Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Lei em Campo por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Dani Lima: Ação de Caiado reflete descrença do centrão em Flávio Bolsonaro Em meio a tensão com antissemitismo, Gleisi recebe entidades judaicas Daniela Lima: Rebelião contra PL em SC virou questão de sobrevivência Virada na enquete UOL BBB 26: nova parcial mostra disputa muito acirrada Como descobrir onde os escorpiões-amarelos estão escondidos na sua casa