O artigo discute a decisão da CBF de profissionalizar a arbitragem no futebol brasileiro, reconhecendo-a como um trabalho formal. Essa medida visa garantir estabilidade, proteção e segurança previdenciária aos árbitros, que atuam sob intensa pressão e com vínculos precários.
A matéria discute a necessidade do esporte assumir um papel mais ativo na proteção ambiental, especialmente com a proximidade da COP 30. Argumenta que a política ESG (ambiental, social e de governança) é um imperativo ético e econômico, e o esporte, com sua influência global, deveria ser protagonista na adoção dessas práticas, indo além de ações pontuais e de marketing.