Conteúdo Original
Alô, pessoal, tudo bem? Espero que estejam todos animados para o final de semana e já contando os dias para o Natal. Gente, dá para acreditar que já estamos em outubro e que logo aí 2027 vai chegar? Eu sei, sou um profissional acostumado com velocidade, mas o calendário está ganhando de todos os pilotos juntos (hehehe).
Bom, vamos lá.
Como vocês viram no título, não sou bom de rima, mas quero abrir minha coluna desta sexta-feira (2) enviando um grande e fraterno abraço para meu amigo Dino Altmann, o diretor médico da Stock, da Fórmula 1, da MotoGP e de mais um monte de competições. Além de ser um cirurgião maravilhoso, parecido com esses heróis que a gente vê em filmes médicos, ele tem papel fundamental na evolução dos cuidados médicos nas pistas.
Tudo no automobilismo evoluiu e não poderia ser diferente com os serviços médicos, principalmente aquele primeiro atendimento, com o piloto acidentado ainda dentro do carro. Como piloto, sei da importância de tudo isso. Dino Altmann foi um dos precursores dessa revolução na segurança e lá, bem no início (século passado, digo: os mais velhos entenderão), ele chegou a comprar equipamentos com dinheiro do próprio bolso para poder resolver questões complexas em acidentes.
Se hoje estamos num nível que é referência mundial, sem dúvida é porque, entre outros, o Dino e sua equipe atingiram um grau de excelência invejável. Como ele mesmo diz, não se trata de um trabalho isolado, mas de uma grande equipe da qual fazem parte, também, a CBA, os promotores (a Vicar, no caso da Stock), gestores de pistas e toda uma estrutura complexa, mas sem o Dinão, sei não ... (outra rima ruim hehehe)
E por que estou falando de Dino Altmann? Porque ele lançou sua biografia contando mais de 40 anos como médico no automobilismo, ou seja, temos mais ou menos o mesmo tempo de automobilismo e, em alguns momentos, o encontro foi direto. Lá dentro da pista. Em mais de uma oportunidade na Stock, desde minhas participações esporádicas do passado até agora, quando sofri alguns perrengues, o primeiro cara que apareceu na minha frente, quando eu ainda estava no carro, foi o Dino.
Confesso, prefiro encontrá-lo em situações melhores do que em acidentes, mas, quando acontecem, ele é o primeiro que a gente quer ver pela frente. Como diz o Giovanni Guerra, Dino é um verdadeiro anjo da guarda. Então, busquem na internet e comprem o livro, que foi patrocinado pela ArcelorMittal, "Paixão & Profissão - Memórias de um médico fascinado por velocidade – e sua corrida pela segurança no automobilismo ". O meu eu já tenho e autografado!
Na pessoa do Dino, quero deixar meu carinho e reconhecimento para todos os médicos e profissionais que atuam no automobilismo. Desde o kart até os dias atuais, já me encontrei com eles várias vezes.
Como vocês sabem, já fiz muita prova de longa duração. Venci algumas, como a Rolex 24 at Daytona e uma Mil Milhas. Apesar dessa vivência toda, a etapa de Endurance da Bradesco Stock Car Pro Series, disputada domingo passado em Brasília, foi uma curtição. Adorei o formato da corrida (outra grande sacada do Lincoln Oliveira) e foi uma alegria disputar ao lado do meu amigo Daniel Malzoni, que acelera pra caramba, ô loco! E tudo isso foi coroado com um excelente resultado para o SNG-01 #6 da Mercado Livre Racing.
Eu e o Daniel fechamos a disputa no P10, que se constituiu no melhor resultado do time comandado pelo mestre Andreas Mattheis. O Thiago Camillo e o Caio Chaves P17 e, na P20, Cesar Ramos e o Nicolas Costa. Foi um trabalho sensacional de todos. Estou convencido de que esse formato de duas horas, em dupla, mostrou sua pertinência e deve ser mantido no calendário. Parabéns a todos!
Vixi, escrevi muita coisa né? Espero que goste. Abração e até semana que vem!