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Análise dos Times

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Mercedes Ferrari GP de São Paulo Kimi Antonelli Ayrton Senna Interlagos Instituto Senna Lotus 98T

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O Grande Prêmio de São Paulo significa muito mais que um novo compromisso em meio à temporada vencedora de Kimi Antonelli . O italiano de 20 anos, o mais jovem a conquistar a Fórmula 1 , aproveita a passagem pelo Brasil para fortalecer os laços com o legado de Ayrton Senna , a quem já declarou idolatria em diversas oportunidades, e a relação com o público brasileiro. ➡️ Tudo sobre os esportes Olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico Esta é a segunda vez que o titular da Mercedes disputa o GP de São Paulo. Assim como no ano passado, quando foi fotografado lendo um livro sobre a trajetória de Senna ao lado de seu túmulo, o piloto visitou o local onde o brasileiro tricampeão mundial foi enterrado nesta quarta-feira (4). Na terça (3), o campeão da categoria foi convidado pela própria família de Ayrton para conhecer o Instituto Senna e ocupou o assento da Lotus 98T. O carro foi usado pelo ídolo brasileiro no mundial de 1986. Antonelli, que abdicou do número 1 e continuará utilizando o 12 em homenagem a Senna, faz questão de deixar clara a admiração não só por quem ele foi nas pistas, mas também fora delas. Ele destacou a representatividade do piloto, morto em 1994 em um acidente no GP de San Marino, para o Brasil. — Sempre que puder, sempre tentarei carregar o legado de Senna, porque ele é muito importante como herói para mim. O legado dele é muito forte em todo o mundo, e estou muito feliz e privilegiado por poder usar o número 12. E, sabe, sempre me inspirarei nele porque ele foi um verdadeiro… Ele não foi apenas um grande piloto, mas também foi uma pessoa muito especial fora das pistas. E o que ele fez pelo Brasil, especialmente naquela época, foi muito especial — declarou Antonelli, em entrevista coletiva. Enquanto continua a se inspirar em Senna e se prepara para a primeira corrida como campeão antecipado, Antonelli revelou que já está lendo outra obra referente ao histórico piloto brasileiro. — O livro é aquele, o da foto que você tirou no cemitério. Agora estou lendo outro, sempre sobre o Senna, porque o outro, o do ano passado, eu terminei — confessou. ➡️ Rafa Câmara exalta chance na F1 em Interlagos: 'Especial' ➡️ Autódromo de Interlagos não é o verdadeiro nome do palco da F1 no Brasil Mesmo não tendo mais pretensões competitivas individuais no ano, Antonelli conta que estava animado para a chegada do GP de São Paulo. Para o jovem campeão, a sensação de correr em Interlagos é a mesma de disputar uma prova na Itália. O apoio da torcida brasileira é o que faz o competidor da Mercedes vivenciar uma "home race" longe de seu país. — O apoio dos brasileiros tem sido incrível. Com certeza, depois daquela foto, ainda mais, eu definitivamente percebi isso. Mas, desde que vim para cá, durante todo o ano, o apoio do Brasil sempre foi incrível. E é por isso que estou tão animado para vir aqui, porque parece uma corrida em casa, mesmo não sendo. Mas parece uma corrida em casa porque o apoio dos brasileiros é muito grande — completou. Kimi Antonelli se sagrou campeão da F1 no último fim de semana, com o terceiro lugar no GP do México. O italiano chegou a 380 pontos no campeonato de pilotos e, a quatro etapas do fim da temporada, não pode mais ser alcançado por nenhum outro componente do grid. Em Interlagos, ele buscará uma outra conquista, dessa vez pela Mercedes. A equipe lidera o mundial de construtores, com 126 pontos de vantagem sobre a Ferrari, e pode ser campeã neste final de semana.