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Análise dos Times

Motivo: O clube é mencionado em relação à sua propriedade e ao sucesso que o dono celebra ao lado de Trump, sugerindo uma associação política favorável.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Inter Miami Lionel Messi Donald Trump Casa Branca Joe Biden Jorge Mas Medalha Presidencial da Liberdade

Conteúdo Original

Esporte Futebol O drible de Messi em Biden para fazer jogo político ao lado de Trump Sebastián Fest Colaboração para UOL, em Buenos Aires 06/03/2026 05h30 Deixe seu comentário Messi sorri para Trump durante evento em homenagem ao Inter Miami, campeão da MLS, na Casa Branca Imagem: Divulgação/Casa Branca Messi chegou com 14 meses de atraso à Casa Branca. Em janeiro de 2025, ele era esperado para receber a Medalha Presidencial da Liberdade, uma altíssima honraria civil com a qual o presidente Joe Biden o havia homenageado no final de seu mandato. Junto com Messi, também foram homenageados Hillary Clinton, George Soros, Erwin "Magic" Johnson, Ralph Lauren, Anna Wintour, Bono, Denzel Washington e Michael J. Fox, entre outros. Mas Messi não foi. E não só não foi, como nem mesmo designou um representante para receber a condecoração que no passado havia sido concedida a Martin Luther King, Madre Teresa de Calcutá, Albert Sabin e Muhammad Ali. A mesma medalha que, uma semana depois, seria recebida pelo Papa Francisco, com o grau de "distinção", três meses antes de sua morte. Para o ambiente cubano e ultra Republicano do Inter Miami, ver Messi com Biden era impensável, receber o prêmio de um democrata, uma má ideia. Josias de Souza Mensagens de Vorcaro indicam vaidade do poder Alicia Klein Suspensão de zagueiro misógino é apenas teatro Juca Kfouri Onde a crise se instalará no fim de semana? Nelson de Sá China envia mensagem com orçamento diplomático E assim foi que Messi ficou de férias em Rosário e desdenhou de um presidente dos Estados Unidos. Tanto foi assim que o nome de Messi não foi mencionado naquela cerimônia. A Casa Branca, ofendida pelo desdém, excluiu Messi e simplesmente enviou a medalha pelo correio. Passaram-se 14 meses e Messi finalmente visitou a Casa Branca para ser protagonista de um evento ao lado de Donald Trump. Não a Biden e sim a Trump Não importa se o presidente americano acaba de desencadear uma guerra que grande parte da liderança mundial considera ilegal. Não peçam aos jogadores de futebol de hoje, em geral, consciência política. Não são precisamente tempos de "Democracia Corintiana". Também não são os tempos de Diego Maradona. Com todas as contradições grosseiras que o "10" tinha — ele defendia uma ditadura como a cubana —, Maradona costumava se colocar ao lado dos fracos e contra os poderosos: ele queria vender o ouro do Vaticano e desqualificava grosseiramente George Bush (filho). Ninguém esperaria isso de Messi, que recentemente admitiu como um erro não ter estudado inglês e talvez por isso sorria e aplaudia na Casa Branca um discurso em que o presidente falava de bombardeios e guerra. Continua após a publicidade Gonzalo Paz, argentino, é professor e pesquisador de Relações Internacionais e Ciências Políticas na Universidade de Georgetown, uma das mais prestigiadas do mundo. Nos últimos dias de fevereiro de 2024, o governo Biden o convocou à Casa Branca para ouvir sua visão sobre as relações bilaterais com a Argentina. Paz falou bastante e fez duas propostas: que um astronauta argentino se juntasse a uma das missões da Nasa e que Messi recebesse a Medalha da Liberdade. As duas coisas aconteceram, embora uma tenha sido bem melhor do que a outra. "Propus que concedessem a Medalha da Liberdade a Lionel Messi. Por várias razões, por Messi ser um dos maiores esportistas da história mundial e porque ele mora nos Estados Unidos. O que ele faz tem um impacto múltiplo em muitas áreas. E fazer isso no ano anterior à Copa do Mundo e no ano da Copa América, os dois torneios nos Estados Unidos, era algo relevante". A Casa Branca deu ouvidos a Paz, mas Messi ignorou a Casa Branca. Até esta quinta-feira, quando entrou na East Room da sede do governo dos Estados Unidos ao lado de Trump e Jorge Mas, proprietário do Inter Miami. Sorridente, Mas comemorava o duplo sucesso: seu clube e aquele que é talvez o melhor jogador da história estavam finalmente no momento certo onde deveriam estar: perto de Trump e muito longe de Biden. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Gramado do Allianz é aprovado pela Fifa, e Palmeiras aguarda certificado Oscar Piastri lidera e Bortoleto fecha primeiros treinos da nova F1 em 14º Com 16 disputas de pênalti, Copa do Brasil define classificados à 3ª fase 'Quem tem a carta na manga é o Irã, não os EUA', diz professor Yudi Tamashiro volta ao Brasil e dá detalhes de viagem em aeronave luxuosa