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GE São Paulo analisa problemas financeiros do clube: “Absurdo normalizar dever salários” A próxima eleição presidencial do São Paulo será realizada apenas no fim de 2026. A pouco mais de um ano da definição de quem será o presidente tricolor de 2027 a 2029, porém, a corrida eleitoral já começou. Disputas internas, líderes políticos mais distantes e a incerteza de quem terá o apoio de Julio Casares, o atual mandatário. + Siga o canal ge São Paulo no WhatsApp 1 de 4
Julio Casares, presidente do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli Julio Casares, presidente do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli Enquanto isso, do outro lado, a oposição se mobiliza para definir quem terá seu apoio e quais serão suas diretrizes na briga pela cadeira presidencial no próximo triênio. O entendimento entre opositores é que essas articulações podem definir os rumos da eleição. Atualmente, o Conselho Deliberativo do São Paulo é formado por 256 conselheiros. Os seis grupos da situação têm 201, enquanto os opositores são 55. Os números mudam de acordo com movimentações de um lado para o outro, mas, neste momento, esse é o cenário. Mais do São Paulo : + Bastidores: Crespo exige aval para reforços do São Paulo em 2026 + Luciano é ídolo do São Paulo? Perguntamos a 100 especialistas; veja resultado e dê seu voto O que pode mudar esse desenho é um possível racha na situação, que é formada por estes seis grupos: Participação, Movimenta São Paulo , Legião, Força São Paulo , Vanguarda e Sempre Tricolor. Há, ainda, alguns poucos conselheiros independentes, sem um grupo definido. A oposição é formada pelos grupos Tradição, Raiz e Legenda, que se unem no Salve o Tricolor Paulista, e por outros conselheiros independentes. Os 55 opositores, hoje, acreditam ter força para ajudar um candidato a se eleger. E que podem ser o norte da disputa presidencial. 2 de 4
Sala do Conselho do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli Sala do Conselho do São Paulo — Foto: Marcos Ribolli A possibilidade de o grupo de Carlos Belmonte (Legião) estar do lado oposto ao de Julio Casares (Participação) na próxima eleição é cada vez mais real. Se isso de fato acontecer, os grupos que formam a coalizão da situação também vão se dividir. Se escolher um desses lados em vez de lançar um candidato próprio, a oposição pode ter o poder de decidir quem será o próximo presidente tricolor. Relatos ouvidos pelo ge apontam, porém, que as chances de um apoio a um dirigente que já possui cargo de liderança no clube, como Julio Casares e Carlos Belmonte, são muito pequenas. Os opositores, portanto, se articulam em busca de um acordo interno para que tenham força na próxima eleição do São Paulo . Neste momento, ainda não há um nome de consenso entre os grupos contrários a Julio Casares. Isso só deve acontecer no ano que vem. + Leia mais notícias do São Paulo 3 de 4
Reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo — Foto: Marcelo Prado Reunião do Conselho Deliberativo do São Paulo — Foto: Marcelo Prado Como funciona a eleição no São Paulo ? Antes de eleger o novo presidente, o Tricolor, em uma eleição para seus sócios, define 100 novos conselheiros – os outros 160 são vitalícios. Neste momento, há apenas 256, pois quatro morreram depois da eleição passada. A formação dos atuais grupos do Conselho Deliberativo do São Paulo , então, ainda vai mudar antes que o próximo presidente seja eleito. É possível que a oposição tenha mais poder para definir o sucessor de Julio Casares. As chances de os opositores se enfraquecerem é pequena. Atualmente, 46 dos 55 conselheiros da oposição são vitalícios. Eles, portanto, continuarão na próxima disputa presidencial. E a situação? Os grupos de Julio Casares e Carlos Belmonte cada vez mais caminham para lados opostos. A coalizão que forma a situação tricolor decidiu que só vai definir em março do ano que vem quem será seu candidato. Enquanto isso, porém, cresce a possibilidade de divisão. Há uma tendência que o candidato apoiado por Julio Casares seja o superintendente Márcio Carlomagno, do grupo Legião. Se isso acontecer, Carlos Belmonte deve mudar de lado. 4 de 4
Foto publicada por Casares em maio com Rui Costa, Carlomagno e Muricy — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc Foto publicada por Casares em maio com Rui Costa, Carlomagno e Muricy — Foto: Rubens Chiri/saopaulofc Existe, também, a chance de o próprio diretor de futebol ser escolhido por seu grupo para ser um dos candidatos à presidência. Se for assim, as chances de Julio Casares estar do lado oposto são grandes. Essa definição, porém, só acontecerá em 2026. Até lá, tudo pode acontecer. 🎧 Ouça o podcast ge São Paulo 🎧 + Assista: tudo sobre o São Paulo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos