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Futebol São Paulo banca Dorival apesar de fritura e congela mudanças até eleição Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo (SP) 14/10/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Dorival Júnior, técnico do São Paulo, durante jogo no Morumbis Imagem: Alexandre Schneider/Getty Images A gestão de Harry Massis Júnior mantém o respaldo a Dorival Júnior e não trabalha com a possibilidade de demitir o treinador, segundo apurou o UOL . A decisão vem em meio a um processo de fritura por pessoas próximas à presidência, que não aprovaram a reclamação do técnico sobre a qualdiade dos gramados do CT da Barra Funda, em entrevista coletiva no último sábado (10). Apesar do clima ruim, o presidente Harry Massis já decidiu que a definição sobre o futuro do treinador vai ficar a cargo do próximo presidente do clube. 'Fator eleição' O respaldo a Dorival ocorre em um momento de fragilidade política da administração de Massis. O atual presidente manifestou o desejo de disputar a reeleição em dezembro, mas não conseguiu reunir apoio suficiente entre os grupos que integram a situação . PVC Vasco volta a vencer o Boca Juniors após 75 anos Josias de Souza Flávio pode trocar de princípios para frear Lula João Paulo Charleaux Manifestações mudam clima na esquerda Milly Lacombe Acho que devemos um agradecimento a Renato Dorival Júnior, técnico do São Paulo, durante partida contra o Cruzeiro, no Mineirão Imagem: Pedro Vale/Sports Press Photo/Getty Images Classificação e jogos Brasileirão Com a eleição presidencial prevista para dezembro e apenas oito jogos restantes no Brasileirão, a gestão determinou que não promoverá mudanças significativas na base do clube e deixará definições para o próximo presidente. As eleições estão marcadas para a segunda quinzena de dezembro. A postura se alinha a outras decisões que a gestão pretende deixar para o sucessor. Como o UOL revelou, a definição sobre a renovação de Lucas Moura também ficará a cargo da próxima administração . O camisa 7 tem contrato até dezembro e admitiu a possibilidade de ficar livre no mercado em janeiro caso não haja um acordo. Dorival bancado A avaliação da cúpula é que uma ruptura neste momento seria um erro, tanto pelo cenário esportivo quanto pelas dificuldades financeiras e institucionais que o clube atravessa. Hoje, a multa rescisória de Dorival está avaliada em cerca de R$ 6 milhões — três meses até o final do vínculo, que expira em dezembro. O valor, para efeito de comparação, equipara-se às somas das cláusulas de rescisão de Hernán Crespo e Roger Machado — ambos demitidos no primeiro semestre deste ano. Continua após a publicidade Após a vitória sobre o Vitória, Dorival afirmou viver um dos trabalhos mais complicados de sua carreira e criticou o estado dos gramados do CT da Barra Funda, dizendo que nenhum dos três campos disponíveis estava em condições adequadas para os treinamentos. Gramado do principal do CT da Barra Funda está em condições precárias neste início de outubro Imagem: Rodrigo Varanda/Reprodução As declarações incomodaram pessoas próximas a Massis, que interpretaram as reclamações como "muleta" em meio à luta contra a parte de baixo da tabela. O treinador foi contratado em maio justamente para conduzir a equipe em um período de crise, como o UOL revelou na última semana . Até por isso, a avaliação de quem sustenta a permanência do técnico dentro da gestão é de que uma demissão neste momento seria "impensável" e traria à tona uma "incoerência" da gestão, que apostou em Dorival justamente pelo perfil 'anticrise'. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora 'Névoa mental': por que falhas de memória são comuns na menopausa? Seedorf chega ao Corinthians com missão de dar choque em ambiente tóxico 'Exército do Lula' sai do ar após ordem de Kassio e deve voltar após 48h RJ: 4 jovens são condenados a 15 anos por estupro coletivo em Copacabana Arias revê o Flu após escolher Palmeiras por Leila, família e segurança