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O domingo abriu um contraste em preto e branco: enquanto o time masculino atravessa uma tempestade, as Brabas do Corinthians fizeram do campo um palco de festa. A goleada por 7 a 0 sobre o Caracas, com Duda Sampaio marcando duas vezes, garantiu a classificação antecipada às quartas da Libertadores Feminina; na quarta-feira, contra o Santa Fé, estará em jogo a liderança do grupo. [ ] [ ] Do lado masculino, a segunda-feira chega com cara de decisão: o Corinthians recebe o Vitória na Neo Química Arena, pressionado por oito derrotas seguidas no Brasileirão e com 32 pontos, na 16ª posição. O retrospecto oferece um pequeno abrigo — nove partidas sem perder para o adversário —, mas a goleada sofrida por 4 a 1 diante do Palmeiras mantém o alerta aceso na luta contra o rebaixamento. [ ] [ ] Há, porém, notícias capazes de aliviar um pouco a tensão: Gabriel Paulista superou as dores na coxa e deve ficar à disposição contra o Vitória. Nos treinos, Clarence Seedorf já conduziu a preparação, mas ainda não poderá comandar a equipe à beira do campo por pendências de registro; a tarefa no jogo ficará com Léo Porto. [ ] [ ] [ ] O discurso que ecoa no vestiário é de urgência e concentração. Kaio César cobrou atenção desde os minutos iniciais, enquanto a suspensão de Memphis Depay abre a Seedorf um intervalo para observar o elenco antes da sequência contra Vasco e outros adversários diretos. [ ] [ ] [ ] Nos bastidores, outra partida é disputada em cifras: Corinthians e Hypera Pharma divergem sobre a multa para uma eventual rescisão dos naming rights da Neo Química Arena. O clube considera R$ 47,85 milhões, enquanto a empresa reivindica correção que elevaria o valor a cerca de R$ 68 milhões; a negociação com a Caixa aparece como peça de um plano mais amplo para aliviar a dívida do estádio. [ ]