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Futebol Roger enfrenta pressão e terá sequência decisiva longe de casa por resposta Valentin Furlan Do UOL, em São Paulo 25/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Roger Machado, técnico do São Paulo, durante partida contra o Juventude, pela Copa do Brasil Imagem: ROBERTO CASIMIRO/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO Roger Machado vive dias de pressão crescente no São Paulo e terá um complicador extra pela frente: atravessar a turbulência sem o Morumbis. Longe de casa O Tricolor ficará 27 dias sem atuar em seu estádio, por conta da 'dobradinha' de shows do The Weeknd entre o fim de abril e início de maio. O time só voltará ao seu estádio no dia 19 de maio, contra o Millonarios. Até lá, serão cinco partidas como visitante e apenas duas como mandante — cada uma delas em estádios distintos. Como "dono da casa", o Tricolor enfrenta o Mirassol neste sábado no Brinco de Ouro da Princesa, em Campinas, enquanto recebe o Bahia no Cícero de Souza Marques, no próximo dia 3, em Bragança Paulista. Sakamoto O elo entre o fim da 6x1 e 840 mil mortes no trabalho PVC Atlético-MG x Flamengo é o destaque da rodada Christian Dunker O papel da psicoterapia em tempos de guerras Helio de La Peña No bota-fora do Bota, quem vai substituir Textor? O São Paulo teve aproveitamento baixo mandando longe de casa em 2026. O clube fez seis jogos como mandante nessa situação, com duas vitórias, três empates e uma derrota — desempenho de 50% de aproveitamento. Entre os estádios utilizados estiveram Vila Belmiro e Estádio Mané Garrincha. Entre pressão e apoio Para Roger Machado, o cenário é delicado. Sem o Morumbis, a tendência é de logística mais complexa e menor presença da torcida. O contexto interno também pesa . A diretoria se irritou com a reação da torcida na vitória por 1 a 0 sobre o Juventude e considerou que as críticas a Roger e ao executivo Rui Costa 'passaram do tom'. Nos bastidores, a gestão trabalha para blindar ambos e sustenta que trocar treinador e diretor às vésperas da pausa para a Copa seria uma "manobra suicida". Mesmo assim, a divisão política persiste. Parte de aliados pressiona por maior participação de nomes estatutários no comando do futebol , enquanto Rui Costa virou alvo de setores internos e também da principal organizada. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Atriz de novelas da Globo faz 'rolê de busão' com filho: 'Bom exemplo' Imagens de satélite mostram destruição após ataques de Israel ao Líbano Fonseca encara espanhol amanhã pelo Masters de Madri; veja horário Colega de quarto é preso sob suspeita de matar dois alunos nos EUA Militão precisará de cirurgia após lesão e está fora da Copa do Mundo