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Esporte Veiga se reconecta com torcida ao ser herói: 'Não sou o melhor, nem o pior' Flavio Latif Do UOL, em São Paulo (SP) 31/10/2025 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Raphael Veiga está longe de viver sua melhor temporada no Palmeiras , mas foi decisivo para o Alviverde retornar à final da Copa Libertadores após a goleada contra a LDU, com dois gols. O meia se reconectou com a torcida, foi ovacionado pelo Allianz Parque e mostrou por que é um dos maiores ídolos da história do clube. O que aconteceu Veiga entrou em campo aos 18 minutos do 2º tempo e foi protagonista da classificação. Com apenas 4 minutos em campo, ele balançou as redes após assistência de Vitor Roque. E foi o próprio camisa 23 que deu o lançamento para o Tigrinho no início da jogada. PVC Após goleada, Palmeiras é favorito em qualquer partida A Hora Ação eleitoreira dá respiro a Castro e gás para direita André Santana Polícia de Castro não trouxe paz para a favela Ana Carolina Amaral Queda do desmate eleva capital político para COP30 "Olê, olê, olê, olá... Veiga, Veiga": foi o que o Allianz Parque cantou quando Veiga pegou a bola para cobrar o pênalti. Parecia que Vitor Roque bateria, mas o estádio foi à loucura quando ele entregou a bola para Veiga. Assista aos jogos da Libertadores no Paramount+. Assine agora pelo UOL Play. Classificação e jogos Libertadores Veiga já tinha perdido um pênalti decisivo na final do Paulistão contra o Corinthians e desde então conviveu com o banco de reservas. No entanto, assumiu a responsabilidade mais uma vez e foi uns dos grandes heróis da noite. Eu sempre me preparo mentalmente do mesmo jeito. No jogo de hoje eu só pensei: 'ou é agora ou não vai ser'. E eu pensei: o povo já tá falando [sobre mim], então, se eu errar também, continuem falando. Eu sempre vou querer me colocar em situações, às vezes desconfortáveis, que talvez eu possa falhar, mas eu sempre vou com a cabeça ali, se eu fizer o gol e se eu vou acertar. Raphael Veiga "Não é sempre que eu vou acertar, já teve momentos decisivos que eu errei, mas eu acho que o mais importante é a gente se manter equilibrado, independente dos dois extremos. Não sou o melhor depois desse jogo porque eu fiz dois gols e também não era o pior quando as coisas não estavam acontecendo. Eu sei quem eu sou e vai continuar assim", acrescentou. O camisa 23 chegou a sete gols e oito assistências na temporada. Os números são abaixo dos anos anteriores (em 2024, foram 20 gols e 7 assistências), mas os dois gols da noite de ontem têm um peso enorme para o ano do Alviverde. "Eu tento sempre ver o lado bom das coisas. Se existe uma cobrança grande em mim é porque eu já cheguei num nível onde eu me permiti passar por isso. Em 2017, eu não jogava e não tinha essa cobrança, porque às vezes o povo não esperava tanto de mim. Acho melhor ter essa cobrança do que passar às vezes despercebido pelos jogos. Eu fico feliz de estar vivendo tudo isso, porque me faz um cara melhor, mas não vou ser o melhor depois desse jogo, assim como eu não era o pior antes", concluiu. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora A sífilis, que já foi doença do passado, agora é epidemia do presente Batismo de sangue, 'tudo 2' e mais: 7 fatos pouco conhecidos sobre o CV Chefes do CV previam compra de drone noturno para vigiar Complexo da Penha Por que Henry Cavill foi substituído por Liam Hemsworth em 'The Witcher'? Abel usou mensagem nos quartos, mural das viradas e lembranças da Champions