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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Derrota do Shakhtar na Champions dá boas notícias para a seleção brasileira Thiago Arantes Colunista do UOL, em Barcelona 04/11/2026 05h30 Deixe seu comentário Alisson Santana e Marlon Gomes são companheiros de Shakhtar Donetsk e seleção brasileira Imagem: Montagem Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jogando no Stamford Bridge, em Londres, o Shakhtar Donetsk perdeu por 1 a 0 para o Sporting de Portugal, pela quarta rodada da fase de grupos da Champions League. Mas o duelo, que abriu os trabalhos na jornada de terça-feira, deu boas notícias para Carlo Ancelotti — e, claro, para a seleção brasileira. Alisson Santana e Marlon Gomes, dois jogadores do clube ucraniano convocados pelo treinador, foram os destaques do time de Arda Turan. O resultado não foi bom, mas as atuações individuais de ambos mostraram perfis interessantes, que podem ajudar a seleção nos amistosos deste mês (contra Japão e Singapura) e durante o ciclo. Marlon Gomes, de 22 anos, foi revelado pelo Vasco, passou por todas as seleções de base, e chegou à equipe ucraniana em 2024. No meio-campo do Shakhtar, ele faz de tudo um pouco: ajuda na saída de bola, faz conduções longas cruzando o campo, se apresenta como opção de passe entre as linhas, como um camisa 10. Janaína Figueiredo Visita de Janones à Argentina prejudica Lula Milly Lacombe Clubes afundam e passam vergonha no STF Julio Gomes Por que mesmo Cunha foi descartado na seleção? Chico Barney Descobri o que deu errado em A Fazenda esse ano Contra o Sporting, ele mostrou todas essas facetas, e ainda teve duas boas chances de marcar: uma numa bicicleta improvisada após um rebote da defesa em um cruzamento, e outra em um chute de fora da área. O perfil de meio-campista com bom passe, que tem participação constante no jogo e com chegada ao ataque é algo que Ancelotti ainda procura: Gerson, que era visto assim pelo treinador, sumiu das convocações depois de trocar o Flamengo pelo Zenit, em 2025. Alisson, o ousado Alisson Santana, do Shakhtar Donetsk, foi convocado pela primeira vez para a seleção Imagem: Shakhtar Donetsk Outro convocado por Ancelotti, o ponta-direita Alisson Santana, de 21 anos e formado pelo Atlético-MG, também mostra características que podem ajudar a seleção nos próximos anos. A principal delas é a ousadia em tentar jogadas repetidamente, indo para duelos de um contra um. Contra o Sporting, ele deu trabalho para Maxi Araújo, lateral do clube português e da seleção do Uruguai. Principal via de escape do ataque, o brasileiro acertou uma bola na trave, quase surpreendeu o goleiro Rui Silva em cobrança de falta da intermediária, e mostrou um bom repertório de ações ofensivas. Continua após a publicidade Com a possível ida de Raphinha para a posição de centroavante, é possível que Estevão seja o titular na ponta-direita. Ter na reserva uma opção como Alisson dá a Ancelotti um perfil diferente, que pode mudar um jogo ou desmontar uma defesa fechada no segundo tempo. A capacidade de romper uma linha defensiva e armar rapidamente o chute de canhota, cortando para dentro, é outro ponto que joga a favor. Numa fase de testes, é interessante para Ancelotti procurar jogadores diferentes dos que ele já tem, ainda que em mercados alternativos. Nesse sentido, mesmo com a derrota do Shakhtar, o duelo em Stamford Bridge mostrou que o clube mais brasileiro da Champions League pode ajudar a seleção no ciclo para 2030.A Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Carros mais vendidos: ranking tem HB20 surpreendente e espera por descontos PEC da Segurança dá outra vitória à dobradinha Lula-Alcolumbre e isola o PL James Talarico vence no Texas e encerra jejum democrata de quase 4 décadas Fla encara novo rival que poupa titulares enquanto diretoria blinda Jardim Clubes insistem em discurso frágil sobre veto às bets, dizem especialistas