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Análise dos Times

Shakhtar Donetsk

Principal

Motivo: Derrota é o gancho do título, mas texto valoriza atuações individuais dos brasileiros do elenco

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: Tom otimista: 'boas notícias', elogios aos convocados e expectativa positiva para o ciclo até 2030

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Citado de forma neutra como adversário que venceu por 1 a 0, sem elogios ou críticas diretas

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Flamengo Carlo Ancelotti Atlético-MG Raphinha Sporting Estevão Zenit Champions League Shakhtar Donetsk Seleção Brasileira Gerson Stamford Bridge Rui Silva Maxi Araújo Marlon Gomes Alisson Santana Arda Turan

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Derrota do Shakhtar na Champions dá boas notícias para a seleção brasileira Thiago Arantes Colunista do UOL, em Barcelona 04/11/2026 05h30 Deixe seu comentário Alisson Santana e Marlon Gomes são companheiros de Shakhtar Donetsk e seleção brasileira Imagem: Montagem Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Jogando no Stamford Bridge, em Londres, o Shakhtar Donetsk perdeu por 1 a 0 para o Sporting de Portugal, pela quarta rodada da fase de grupos da Champions League. Mas o duelo, que abriu os trabalhos na jornada de terça-feira, deu boas notícias para Carlo Ancelotti — e, claro, para a seleção brasileira. Alisson Santana e Marlon Gomes, dois jogadores do clube ucraniano convocados pelo treinador, foram os destaques do time de Arda Turan. O resultado não foi bom, mas as atuações individuais de ambos mostraram perfis interessantes, que podem ajudar a seleção nos amistosos deste mês (contra Japão e Singapura) e durante o ciclo. Marlon Gomes, de 22 anos, foi revelado pelo Vasco, passou por todas as seleções de base, e chegou à equipe ucraniana em 2024. No meio-campo do Shakhtar, ele faz de tudo um pouco: ajuda na saída de bola, faz conduções longas cruzando o campo, se apresenta como opção de passe entre as linhas, como um camisa 10. Janaína Figueiredo Visita de Janones à Argentina prejudica Lula Milly Lacombe Clubes afundam e passam vergonha no STF Julio Gomes Por que mesmo Cunha foi descartado na seleção? Chico Barney Descobri o que deu errado em A Fazenda esse ano Contra o Sporting, ele mostrou todas essas facetas, e ainda teve duas boas chances de marcar: uma numa bicicleta improvisada após um rebote da defesa em um cruzamento, e outra em um chute de fora da área. O perfil de meio-campista com bom passe, que tem participação constante no jogo e com chegada ao ataque é algo que Ancelotti ainda procura: Gerson, que era visto assim pelo treinador, sumiu das convocações depois de trocar o Flamengo pelo Zenit, em 2025. Alisson, o ousado Alisson Santana, do Shakhtar Donetsk, foi convocado pela primeira vez para a seleção Imagem: Shakhtar Donetsk Outro convocado por Ancelotti, o ponta-direita Alisson Santana, de 21 anos e formado pelo Atlético-MG, também mostra características que podem ajudar a seleção nos próximos anos. A principal delas é a ousadia em tentar jogadas repetidamente, indo para duelos de um contra um. Contra o Sporting, ele deu trabalho para Maxi Araújo, lateral do clube português e da seleção do Uruguai. Principal via de escape do ataque, o brasileiro acertou uma bola na trave, quase surpreendeu o goleiro Rui Silva em cobrança de falta da intermediária, e mostrou um bom repertório de ações ofensivas. Continua após a publicidade Com a possível ida de Raphinha para a posição de centroavante, é possível que Estevão seja o titular na ponta-direita. Ter na reserva uma opção como Alisson dá a Ancelotti um perfil diferente, que pode mudar um jogo ou desmontar uma defesa fechada no segundo tempo. A capacidade de romper uma linha defensiva e armar rapidamente o chute de canhota, cortando para dentro, é outro ponto que joga a favor. Numa fase de testes, é interessante para Ancelotti procurar jogadores diferentes dos que ele já tem, ainda que em mercados alternativos. Nesse sentido, mesmo com a derrota do Shakhtar, o duelo em Stamford Bridge mostrou que o clube mais brasileiro da Champions League pode ajudar a seleção no ciclo para 2030.A Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Carros mais vendidos: ranking tem HB20 surpreendente e espera por descontos PEC da Segurança dá outra vitória à dobradinha Lula-Alcolumbre e isola o PL James Talarico vence no Texas e encerra jejum democrata de quase 4 décadas Fla encara novo rival que poupa titulares enquanto diretoria blinda Jardim Clubes insistem em discurso frágil sobre veto às bets, dizem especialistas