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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Matéria focada no clube com tom positivo: destaque a vitória, aos jogos de Carlos Miguel e ao apelo de Abel pelo apoio da torcida

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Mencionado apenas como adversário da semifinal, sem tom favorável ou desfavorável

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como adversário derrotado, relato factual da vitória por 2 a 0 sem crítica ao desempenho

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citação do canto de torcida 'o Corinthians vai jogar a Série B' traz tom negativo, mas não é do jornalista

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

libertadores palmeiras abel ferreira copa do brasil fluminense brasileiro corinthians giay andreas pereira raphael veiga flaco lopez arena da baixada carlos miguel athletico nubank parque

Conteúdo Original

Abel Ferreira desabafa: "Eu não mudei, eu sou o mesmo" Bastou confirmar a vitória por 2 a 0 sobre o Athletico, na Arena da Baixada, para o time do Palmeiras caminhar até a arquibancada e comemorar com sua torcida. Uma cena que acompanhou o elenco em um momento de sinergia no estádio, mas que, na visão do técnico Abel Ferreira, nem sempre acontece. A três dias de decidir a semifinal da Libertadores, o treinador pede o apoio na busca pelos três títulos. – Quando estamos a ganhar, (a torcida) ajuda. Todos somos um em todos os momentos. Não preciso dar recado. Estou aqui há seis anos, não escolho jogo para torcer, para dar meu melhor. Nem eu, nem meus jogadores. E à torcida digo a mesma coisa. – Para o Palmeiras ganhar títulos, não precisa só do treinador, da nossa presidente, do nosso diretor e só dos nossos jogadores. Precisa da alma do clube, que às vezes foge. Por quê? Não sei. Sempre tivemos o emblema no peito, nos bons e maus momentos. Ajuda muito quando empurram a favor. + Siga o ge Palmeiras no WhatsApp 1 de 1 Abel Ferreira conversa com o elenco do Palmeiras — Foto: Cesar Greco / Palmeiras Abel Ferreira conversa com o elenco do Palmeiras — Foto: Cesar Greco / Palmeiras Na ocasião, contra o Corinthians, a torcida vinha desde o início da semana criando ações de incentivo para o Dérbi, e os pouco mais de 32 mil palmeirenses que estiveram no Nubank Parque empurraram o time com gritos de olé até o "arerê, o Corinthians vai jogar a Série B". Ambiente ao qual Abel se refere. – Como cobram de mim, cobro da torcida. Venham juntos, venham para jogar juntos e para puxar do primeiro ao último minuto, do primeiro ao último segundo. Nos bons e maus momentos. Isto é ser palmeirense, gostar do Palmeiras , servir o Palmeiras sem interesse pessoal. – Eu não mudei, sou o mesmo. Peço aos nossos torcedores que continuem a acreditar, e continuem a apoiar a equipe como no último jogo em casa – diz o técnico. Você viu? Palmeiras sai na frente do Flu na semifinal da Liberta Mais notícias do Palmeiras : + Veja o que Andreas Pereira disse sobre expulsão + Abel prepara mudanças na escalação contra o Fluminense Nesta quarta-feira, às 21h30, o time recebe o Fluminense, depois de vencer a ida por 2 a 1, para decidir a classificação à final da Libertadores, ao mesmo tempo em que disputa também os títulos da Copa do Brasil e do Brasileiro. – Não vou ensinar para a torcida o que é torcer para o clube. Cada um escolhe o que acha melhor. Se acha que o melhor é apoiar, tem todo direito. Se acha que é criticar, tem todo direito. – Estou a dizer, como digo há seis anos, nos momentos difíceis não precisamos que nos critiquem. Precisamos de ajuda. Veja a coletiva de Abel Ferreira após a vitória do Palmeiras sobre o Athletico-PR – Ajuda muito quando a torcida aplaude, quando cobra, também, mas já disse que parece que aqui os jogadores primeiro têm que ser engolidos pela torcida, criticados, amassados, chamados de bagre para depois renascer – diz o treinador. Em mais de uma ocasião, inclusive, usou Raphael Veiga como exemplo para ilustrar essa impressão, e desde a saída do meia, atualmente no América, do México, o técnico passou a mencionar Flaco López e mais recentemente também Giay. – É muito difícil jogar no Palmeiras , mas quando a torcida puxa, as coisas se tornam mais fáceis, como foi com menos um (contra o Athletico), eles atrás do gol do Carlos Miguel, que fez mais um jogo top, com a torcida a empurrar, ajuda muito. Quando não querem ajudar, fechamos no grupo e puxamos nós para a torcida. Não tem problema nenhum. + Veja mais notícias do Palmeiras Você viu? Palmeiras sai na frente do Flu na semifinal da Liberta 🎧 Ouça o podcast ge Palmeiras 🎧 + Assista a tudo do Palmeiras na Globo, sportv e ge 50 vídeos